OMMA Global – Marty Collins

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Dando continuidade aos posts sobre o OMMA Global, esta semana vou comentar a excelente conversa com a Marty Collins que é diretora da Microsoft para Marketing da plataforma Windows. Tive a oportunidade de participar do café da manhã com ela no primeiro dia.

Ela abordou o lançamento do Windows 7 e contou a forma como o marketing foi feito prioritariamente através de mídia social! Claro que um produto desta magnitude também teve mídias tradicionais, mas ela contou a importância de focar a mídia social, após o fracasso do Vista:

  • a microsoft está se movendo para a mídia social
  • o objetivo primário é aproveitar melhor o usuário (reduzir churn)
  • após a experiência ruim do vista, resolveram focar na experimentação
  • disponibilizaram o download beta e criaram agregadores de opiniões dos beta users
  • deixaram os próprios usuários falarem bem e a microsoft só participava da conversa
  • ouviam tanto quanto falavam em: facebook + youtube + twitter
  • a equipe se comprometia 24×7
  • a mídia social pede que o produto seja o herói (experimentação)
  • a participação cresceu tanto que usuários fizeram tutorial colaborativo do novo Movie Maker
  • como  resultado a Microsoft tinha 13 milhões de impactos mensais graças aos comentários
  • custo por fã: $ 0,23  e  custo por fã qualificado: $ 7,00
  • a visão da Microsoft é que a mídia social vai se integrar ao mídia convencional
  • o próximo grande salto será pela mobilidade (location based)
  • e isso trará necessidade de um “social CRM”

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Primeiras aparições do Chrome OS

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Esta semana, o Google[bb] divulgou um pouco mais de informações sobre seu sistema operacional – o Chrome OS. Sistema que deverá ser lançado no meio do próximo ano, com foco em leveza para rodar em Netbooks[bb], concorrendo diretamente com o Windows 7[bb].

Os conceitos apresentados seguem exatamente o que eu havia antecipado num post em julho. Basicamente, este sistema baseia-se todo no acesso a Internet[bb]. É quase como se o computador não tivesse um sistema operacional e rodasse diretamente o browser.

Este modelo traz algumas vantagens como menor necessidade de hardware, já que o processamento se dá nos servidor do outro lado da nuvem e o armazenamento idem. Assim, os computadores[bb] poderão ser mais baratos, sem necessidade de harddrives, grandes volumes de memória ou processadores cada vez mais velozes.

Veja também o conceito do produto.
Veja ainda uma palestra maior sobre o uso do Chrome OS.

Por outro lado, este princípio quase de retorno ao modelo de cliente-servidor dos antigos terminais de fósforo verde que não processavam nada sozinhos, deixa uma lacuna importante dos momentos em que não se está conectado a Internet. Ainda mais para equipamentos móveis, estes momentos são importantes – não se pode abrir mão de editar um documento numa lanchonete sem web, num hotel sem conexão, num sítio sem Internet ou no aeroporto sem ter senha da Vex.

Além disso, para profissionais da área comercial como eu, não é factível ficar sem o Keynote[bb] (ou Powerpoint[bb]) instalado para fazer apresentações com mais recursos e dinamismo. Bem como ter vídeos locais para apresentar cases. Claro que num cenário de web constante, poder-se-ia virar com Slideshare e Youtube, mas ainda não é prático o bastante. No entanto, estou ansioso para experimentar o Chrome OS – em uma segunda máquina.

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O próximo passo natural do Google

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E não deu outra! Quando o Google lançou o navegador Chrome, antecipei aqui que este seria o primeiro passo rumo a atuar realmente como sistema operacional (SO) de máquinas. Isso por que o Chrome já vem nitidamente com a preocupação de atender bem a aplicações corporativas pela web – independente do sistema onde ele esteja sendo rodado.

Pouco depois veio o primeiro SO da Google: o Android – sistema operacional open source para celulares. Como bom curioso cheguei inclusive a instala-lo em um netbook Acer Aspire One[bb]. Foi uma experiência interessante e até simples, mas como a interface era focada em celulares[bb], não ficava prático o uso e ele perdeu de longe para o Windows 7 – que por sinal tem uma bela interface e uma performance bastante leve.

Windows 7

Windows 7

O Windows 7 visa trazer a experiência do Windows Vista com leveza para rodar até em Netbooks[bb] (computadores portáteis, com capacidade reduzida, para acesso a Internet). Está no caminho certo, mas ainda peca por excessos gráficos (que o tornam mais pesado) e por um tempo muito longo de startup para pré-carregar muitas funções que na maioria das vezes nem são usadas.

Já o sistema operacional Google Chrome basear-se-á no mesmo princípio do navegador: deve ser extremamente leve e com uma interface bastante simples. O principio é não trazer muito recursos internos ao sistema operacional[bb], já que a tendência vislumbrada pelo Google é que cada vez mais os sistemas sejam web based – onde o processamento se dá em servidores do outro lado da rede. Este sistema será baseado no open source do Linux[bb].

Google Chrome

Google Chrome

Com o desafio de ser “an attempt to re-think what operating systems should be”, o Chrome OS deve ter versões disponíveis até o fim do ano. E especula-se que importantes fabricantes como Dell, Lenovo e Acer devem lançar netbooks com o sistema pré-instalado no segundo semestre do próximo ano. Mas, acima de tudo é mais um desafio a Microsoft – não só por que substituiria o Windows, mas principalmente por desafiar o conceito de ter os aplicativos instalados no computador; é um convite a fazer tudo pela Internet e não mais comprar programas desktop como o Office[bb].

Veja o post do Google sobre o lançamento

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Propaganda da Microsoft

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É… Não se pode errar todas.

Depois, da fase Bill Gates, parece que a MS acertou na mão.

 

publicidade da microsoft americana

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Digna da Apple!

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Esquenta briga de navegadores da Internet

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Reproduzo abaixo matéria publicada sábado na coluna Mercado Aberto da Folha de São Paulo.

A guerra travada entre os concorrentes da Microsoft pelo mercado de navegadores da internet (programas que permitem aos internautas acessar a rede) ganhou um novo capítulo no Brasil. É o que mostra pesquisa da Predicta, que monitora acessos de brasileiros na rede.

Entre maio e julho de 2008, o acesso à web pelo Firefox, navegador da Mozilla, cresceu 36%, saindo de 6,1% de participação do mercado para 8,23%. Segundo os executivos da companhia, o país desponta como um dos principais em novos adeptos. Isso pôde ser comprovado com o lançamento do Firefox 3. Essa versão deixou o acesso aos sites mais rápido. Nesse período, o Firefox 3 entrou para o livro dos recorde

s por registrar o maior número de downloads (o programa para instalá-lo no computador é extraído da internet) em um único dia. Ao todo foram 28 milhões, sendo 598 mil baixados no Brasil.

Para Fred Pacheco, gerente de Business Intelligence da Predicta, os números fizeram a Microsoft antecipar o lançamento da nova versão do Internet Explorer para o fim do ano. No Brasil, a participação da empresa de Bill Gates caiu de 93% para 90,7% no período.

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