Primeiras aparições do Chrome OS

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Esta semana, o Google[bb] divulgou um pouco mais de informações sobre seu sistema operacional – o Chrome OS. Sistema que deverá ser lançado no meio do próximo ano, com foco em leveza para rodar em Netbooks[bb], concorrendo diretamente com o Windows 7[bb].

Os conceitos apresentados seguem exatamente o que eu havia antecipado num post em julho. Basicamente, este sistema baseia-se todo no acesso a Internet[bb]. É quase como se o computador não tivesse um sistema operacional e rodasse diretamente o browser.

Este modelo traz algumas vantagens como menor necessidade de hardware, já que o processamento se dá nos servidor do outro lado da nuvem e o armazenamento idem. Assim, os computadores[bb] poderão ser mais baratos, sem necessidade de harddrives, grandes volumes de memória ou processadores cada vez mais velozes.

Veja também o conceito do produto.
Veja ainda uma palestra maior sobre o uso do Chrome OS.

Por outro lado, este princípio quase de retorno ao modelo de cliente-servidor dos antigos terminais de fósforo verde que não processavam nada sozinhos, deixa uma lacuna importante dos momentos em que não se está conectado a Internet. Ainda mais para equipamentos móveis, estes momentos são importantes – não se pode abrir mão de editar um documento numa lanchonete sem web, num hotel sem conexão, num sítio sem Internet ou no aeroporto sem ter senha da Vex.

Além disso, para profissionais da área comercial como eu, não é factível ficar sem o Keynote[bb] (ou Powerpoint[bb]) instalado para fazer apresentações com mais recursos e dinamismo. Bem como ter vídeos locais para apresentar cases. Claro que num cenário de web constante, poder-se-ia virar com Slideshare e Youtube, mas ainda não é prático o bastante. No entanto, estou ansioso para experimentar o Chrome OS – em uma segunda máquina.

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Mídia online é novamente a que mais cresce

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O Inter-Meios realizou em setembro deste ano,  um levantamento sobre a publicidade na internet. Segundo dados do relatório, os investimentos em anúncios online no Brasil cresceram 22,8% no primeiro semestre.

O estudo também apontou que a web foi o canal midiático que apresentou maior crescimento em faturamento publicitário neste ano e que os números positivos são resultado do aumento de internautas brasileiros e da popularização da rede entre as classes C e D.

De acordo com dados do Ibope, o número de brasileiros navegando pela web chegou a  64,8 milhões em junho, registrando 4% a mais do que o mesmo período do ano passado.

fonte: AdNews

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Mais um ponto para o UOL!

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Este ano, o Portal UOL já fez dois gols de letra, na minha humilde opinião…

O primeiro foi no inicio do ano, quando reeditou sua tabela de preços, retirando as exageradas gorduras (que geravam mais de 70% de desconto para todos os clientes). A partir daquele momento, foi o primeiro veículo a ter a tabela refletindo o preço real e poupando o trabalho do mídia de ficar negociando para descobrir o preço real – embora eu ache que exageraram na redução de preços (prostitui um pouco o mercado), mas a transparência foi de um mérito louvável.

Apresentação sobre Internet

A segunda e recente jogada que merece destaque foi um publicação (no sentido mais fiel de tornar público) de uma apresentação sobre o mercado de Internet no Brasil, reunindo muitos dados interessante para defesa de investimentos no canal.

É possível inclusive fazer download em formato PPT para reaproveitar os slides na sua própria apresentação – ótimo exemplo de democratização das informações em prol do crescimento do mercado, sem egoísmos ou egos. O site traz ainda a possibilidade de consulta online, envio para amigos, recomendação de formatos e um Blog com comentários.

Parabéns para o UOL!!! O mercado precisa de mais iniciativas assim…

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Primeira mão: Pesquisa sobre e-commerce brasileiro

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Trago para meus leitores, em primeiríssima mão, a edição 2009 da pesquisa WebSoppers realizada pela ebit. Esta é a 19º edição e contou com o apoio da Camara e-Net e da Lumens.

Pessoalmente, destaco os seguintes pontos da pesquisa:

  • em 2008 foram vendidos R$ 8,2 bilhões pela internet
  • o valor médio de uma compra foi de R$ 328
  • os produtos mais vendidos foram: Livros, Cosméticos, Informática, Eletro
  • são mais de 13,2 milhões de compradores online no Brasil
  • estes compradores online estão envelhecendo (19% tem mais de 50 anos)
  • só no Natal, foram vendidos R$ 1,25 bilhão (principalmente informática)
  • 87% das compras são pagas com cartão de crédito ou boleto bancário
  • 59% dos pedidos foram parcelados
  • 2008 representou 30% de crescimento e 2009 deve crescer mais 20%

Faça o download da pesquisa completa aqui:

Pesquisa Webshoppers 19

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Datafolha: conteúdo colaborativo e consumo

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Aprofundando mais nas informações da pesquisa que citei no post anterior, vemos uma evolução no perfil 2.0 dos internautas brasileiros. Vida longa aos blogs e vídeos…

Um dos pontos de maior destaque da pesquisa diz respeito ao conteúdo colaborativo que circula pelas páginas da internet nacional. Dos 64,5 milhões de internautas identificados pela pesquisa, 55% disseram já terem incluído algum conteúdo na rede. Desses, 46% disseram que essa é uma forma de estreitar o relacionamento com outras pessoas e amigos, enquanto 10% esperam divulgar um trabalho autoral e 7%, ilustrar um fato, história ou notícia veiculado na internet.

Dentre as formas de relacionamento online, a maioria ainda mantém a comunicação por e-mail (53%), Messenger (52%) e perfil do Orkut (49%). Do total, apenas 7% disseram se relacionar através de um blog ou site pessoal; 6%, postando comentários em endereços de notícias; 4%, postando ou comentando vídeos no YouTube; e 4%, navegando pela blogosfera em páginas de terceiros.

48% dos pesquisados garantiram levar em consideração a opinião de outras pessoas - mesmo que desconhecidas – antes de efetuar uma compra de qualquer natureza. Já importante ferramenta para a pesquisa de produtos, serviços e melhores condições, cada vez mais se mostra um importante canal de relacionamento com consumidores, uma vez que 26% dos internautas já publicaram opiniões na rede e 20% já efetuaram alguma reclamação online sobre produtos e serviços.

O estudo apontou ainda que o ativismo do consumidor com acesso à internet aumenta quanto maior a renda e a escolaridade. Dentre os internautas com ensino superior completo, por exemplo, 45% já publicaram opinião sobre produto ou serviço.

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Datafolha: 64,5 milhões de internautas

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É impressionante como a Internet está crescendo no Brasil e já alcança todas as classes sociais, tornando-se a 2a. mídia de massa no país.

Realizada semestralmente pelo Instituto Datafolha a pedido da F/Nazca, a pesquisa F/Radar revelou que o número de internautas brasileiros chegou aos 64,5 milhões em agosto de 2008 – 5,5 milhões a mais do que o número registrado no primeiro semestre do ano. Isso significa dizer que 48% de toda a população nacional maior de 16 anos já possui acesso à rede. Ao todo foram realizadas 3.003 entrevistas, distribuídas em 172 municípios, sendo que 40% envolvem regiões metropolitanas e 60%, o interior.

Com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os resultados mostraram que, mais uma vez, a renda da população não possui ligação direta com o acesso do brasileiro à internet, uma vez que 28% acessaram a rede a partir de locais públicos de acesso pago, como as lan houses; 21% o fazem de computadores de amigos ou parentes; 13%, do ambiente de trabalho; e cerca de 10% a partir de faculdades e universidades.

Esses dados também confirmam a rede como segunda maior mídia de massa do Brasil, o que justificaria mais investimentos na mídia online. Pela primeira vez incluída no estudo, a internet móvel (smartphones, celulares, PDAs e iPhones) apareceu com 6% do total de acessos. A freqüência com que ocorre o contato do brasileiro com a internet também cresceu, sendo que 38% dos entrevistados afirmaram acessar a web diariamente e 10%, de quatro a seis vezes por semana, o que resulta em 48% de usuários considerados heavy users. Contabilizando os 21% que navegam de duas a três vezes por semana e os 18% que o fazem uma vez por semana, a pesquisa concluiu que 87% dos internautas brasileiros entram na internet semanalmente e que a média de acessos é de quatro dias nesse período.

 

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