Murdoch bloqueará conteúdo da News Corp. no Google

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Rupert Murdoch, presidente da News Corporation que inclui grandes grupos de mídia como a Fox, pretende bloquear o conteúdo de seus jornais, entre eles o Wall Street Journal[bb] e o The Sun, dos resultados de buscas do Google. Com isso, o magnata tentará fazer os internautas pagarem pelo conteúdo informativo publicado na internet.

Além do buscador propriamente, Murdoch há meses está brigando com o Google, por causa do iGoogle que consolida as notícias em uma página única para o usuário – o que significa que os usuários podem ler todas as notícias de Murdoch e seus concorrentes, sem precisar visitar os respectivos sites e, portanto, sem visualizar nenhuma publicidade destes. O empresário já chamou a gigante de buscas de “cleptomaníaca” e “parasita”.

“Já fazemos isso com o Wall Street Journal. Temos uma barreira, mas não é total. Você pode, eventualmente, conseguir ler o primeiro parágrafo de uma notícia, mas se não é um assinante registrado e pagante, lerá apenas o primeiro parágrafo e verá um formulário para fazer sua assinatura[bb]“, afirmou Murdoch.

A empresa adotou uma estratégia para cobrar pelo acesso aos seus jornais online[bb]. Em agosto, o magnata disse que pode criar um consórcio para regular a cobrança por notícias veiculadas na internet. E vindo de Murdoch, qualquer ação deve ser levada a sério, pois o empresário costuma ser líder de tendências e tem força suficiente para isso.

Cases de sucesso do empresário no uso da Internet em seus negócios, incluem desde redes de conteúdos, jornais que abandonaram o formato físico e até programas como Os Simpsons[bb] cuja publicidade na Internet supera o valor da publicidade na rede Fox de TV.

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Patente de reconhecimento de faces no celular

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celular com câmera

Sony Ericsson[bb] acabou de registrar uma patente que vai tornar os celulares muito mais interativos. Um software embutido nos celulares com câmera reconhecerão a face do usuário e conseguirão detectar o seu estado de humor. Assim, o aparelho poderá ver se o usuário ficou ou não contente em ouvir uma determinada música e escolher a próxima, baseada no gosto musical do dono.

Não é novidade que o celular tem sido o device que mais evolui e está tomando o espaço de diversos outros aparelhos – tocadores de música, televisão, computador, agenda, etc. Agora o Sony que tem tradição com câmeras[bb]e tocadores, reúne de forma inovadora as tecnologias para personalizar e melhorar a experiência do usuário. As possibilidades são bastante amplas: desde o celular conhecer o gosto de mais de um usuário e apresentar as músicas adequadas a quem o está portando, até mesmo integrar com uma base de marketing ampla e o usuário ser reconhecido por imagem ao entrar em uma loja de CDs[bb] e receber ofertas dirigidas, até mesmo ser reconhecido ao entrar em um elevador com câmera e ter a trilha sonora adaptada ao seu gosto.

O interessante é que esta patente me lembra duas tecnologias da Apple[bb] - o iTunes Genius e o iPhoto Face Recognition. E sendo um pouco cético, tenho ficado preocupado ao imaginar as implicações de termos uma tecnologia tão avançada como reconhecimento de faces em um mesmo aparelho que traz GPS[bb] e com isso construir uma imensa base de conhecimento sobre a localização de pessoas em diversos momentos e eventos e estados de humor.

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Universalização do conteúdo

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Este post é breve, como uma dica que ilustra bem a universalização do acesso a informação. Trata-se de todo acervo das Revistas Super Interessante[bb] e Veja[bb] que é disponibilizado gratuitamente pela Editora Abril:

http://super.abril.com.br/superarquivo/index_superarquivo.shtml

 http://veja.abril.com.br/acervodigital/

Isso ilustra bem que a Abril já percebeu que hoje todo conteúdo deve estar acessível; ele será encontrado de uma forma ou de outra, e sendo liberado oficialmente gera audiência e inventário publicitário para seus detentores. Nos lembra também que neste cenário a relação de poder migrou de que tem acesso a informação (pois todos têm) para aqueles que melhor sabem utilizar a informação disponível.

No caso do acervo da Veja, ele é patrocinado pelo Bradesco de forma bastante clara (por R$ 3 milhões). Isso monetiza a Abril com um conteúdo já pronto e cria uma relação de goodwill com a marca patrocinadora.

Talvez o que mais tenha me chamado atenção nas mudanças modernas é que recebi esta dica da minha antenada mãe!

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nota do editor: o acervo da Veja é uma diversão para publicitários, pois podemos ver os anúncios de 40 anos atrás; divirtam-se!

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Saber avalaiar e utilizar a informação

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Você está diante de um problema e não consegue solucioná-lo. No entanto, sabe como encontrar a resposta adequada , sabe quem a tem ou onde ela está.  Ótimo, mas é preciso compreender, avaliar a consistência da informação, sintetizá-la e, finalmente, resolver o problema que está na sua frente.

A tecnologia amplificou o poder do ser humano “se virar”. Olhe para o mundo ao seu redor e note que a propriedade da informação está cedendo lugar ao acesso à informação e a capacidade de encontrá-la.

Se por um lado o acesso à informação está mais fácil, por outro, a quantidade de informação de qualidade está aumentando exponencialmente. O importante é o acesso e não a informação em si, mas o ponto de maior relevância para qualquer pessoa com acesso a uma grande quantidade de informação é o discernimento.

Com o acesso a múltiplas fontes de informação, será cada vez mais importante que se consiga saber o que é verdadeiro e o que é falso. E como fazer isso?  Claro que com o bom e o velho discernimento. E o que constrói discernimento? Conhecimento, estudo, curiosidade e atualização.

Diferencie-se sendo este profissional capaz de avaliar as informações e utilizá-las para gerar valor – para isso, leia e estude sempre. Apenas encontrá-las já virou commodity.

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