Primeiras aparições do Chrome OS

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Esta semana, o Google[bb] divulgou um pouco mais de informações sobre seu sistema operacional – o Chrome OS. Sistema que deverá ser lançado no meio do próximo ano, com foco em leveza para rodar em Netbooks[bb], concorrendo diretamente com o Windows 7[bb].

Os conceitos apresentados seguem exatamente o que eu havia antecipado num post em julho. Basicamente, este sistema baseia-se todo no acesso a Internet[bb]. É quase como se o computador não tivesse um sistema operacional e rodasse diretamente o browser.

Este modelo traz algumas vantagens como menor necessidade de hardware, já que o processamento se dá nos servidor do outro lado da nuvem e o armazenamento idem. Assim, os computadores[bb] poderão ser mais baratos, sem necessidade de harddrives, grandes volumes de memória ou processadores cada vez mais velozes.

Veja também o conceito do produto.
Veja ainda uma palestra maior sobre o uso do Chrome OS.

Por outro lado, este princípio quase de retorno ao modelo de cliente-servidor dos antigos terminais de fósforo verde que não processavam nada sozinhos, deixa uma lacuna importante dos momentos em que não se está conectado a Internet. Ainda mais para equipamentos móveis, estes momentos são importantes – não se pode abrir mão de editar um documento numa lanchonete sem web, num hotel sem conexão, num sítio sem Internet ou no aeroporto sem ter senha da Vex.

Além disso, para profissionais da área comercial como eu, não é factível ficar sem o Keynote[bb] (ou Powerpoint[bb]) instalado para fazer apresentações com mais recursos e dinamismo. Bem como ter vídeos locais para apresentar cases. Claro que num cenário de web constante, poder-se-ia virar com Slideshare e Youtube, mas ainda não é prático o bastante. No entanto, estou ansioso para experimentar o Chrome OS – em uma segunda máquina.

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Celulares com Android chegam ao Brasil

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O Brasil só receberá os seus primeiros celulares com a palaforma Android do Google[bb] nos próximos dias, praticamente um ano após o primeiro modelo chegar aos EUA. Mas, o lado bom desta espera é que já estamos recebendo a segunda e melhorada geração de aparelhos e software.

Há algumas semanas, estou esperimentando a convite dos respectivos fabricantes o Motorola Dext e o HTC Magic. Ambos desta nova geração, equipados com o Android Cupcake e customizados para melhor experiência com redes sociais. E todos sabem que eu era antes usuário do iPhone, o que complementa a análise.

Celulares Motorola

Para começar, a experiência com ambos é muito agradável. Surpreendentemente, eles parecem ainda mais simples de usar do que o iPhone. São muito gráficos, com touchscreen, interfaces bonitas e customizáveis. Além de contarem com acesso ao Market Place – repositório de programas para download para o Android, com grande variedade de jogos e aplicativos.

As principais vantagens do Motorola Dext são o teclado qwert deslizante e principalmente a arquitetura do MOTOBLUR que combina uma estrutura de servidores que sincronizam os dados, fazem backup de tudo, integram as redes sociais e usam uma compactação para acelerar o acesso aos dados e reduzir o consumo de banda. Oferece um portal pela web, onde é possível administrar tudo, inclusive achar o celular[bb], deletar todos os dados e trazer tudo de volta para um novo aparelho.

Portal MotoBLUR

O maior trunfo da Motorola[bb] foi que o BLUR foca em ajudar o usuário: ao cadastrar sua contas de gmail, twitter, facebook e outros, o sistema busca todos os seus contatos, coloca na agenda do celular e faz o relacionamento entre eles, para os que tem o mesmo e-mail. Depois vc pode de forma centralizada atualizar seu status em todas ou algumas redes sociais, pode acompanhar em uma única caixa de mensagens universal todos recados dirigidos a você – seja sms, email, facebook, twitter, etc.

Já o Magic da HTC[bb] se destaca pelo aparelho mais leve e fino, além da tela extremamente agradável de utilizar. Tem um toque mais regulado que o concorrente e que o iPhone, além do vidro ser antigordura. Ele tem sete telas totalmente customizáveis (contra cinco do Dext) e a interface traz o HTC Sense que torna a aparência mais bonita e traz diversos widgets.

No entanto o Sense me deu mais trabalho, pois o relacionamento entre os contatos de cada rede social tem que ser feito manualmente. Mas, uma vez realizado o relacionamento, o Sense consegue facilitar a visão do status de cada contato em todas suas redes sociais[bb]. O que possibilita até que antes de ligar, você veja o último twitt da pessoa e descubra o que ela está fazendo, por exemplo. Ainda da tela de um contato, você pode ligar, mandar sms, twittar para o contato, escrever na parede do facebook[bb], etc.

A bateria de ambos deixa a desejar em relação a do iPhone[bb], mas duram praticamente um dia de uso muito intensivo. Tirando este aspecto, não tenho nenhuma vontade de retornar ao iPhone. As coisas se tornaram mais simples e práticas no Android. Sem necessidade de sair de uma aplicação para entrar em outra (podem rodar aplicativos em background), sendo possível fazer várias atividades em redes sociais de uma só vez e tendo tudo de um contato consolidado! Recomendo…

O Dext estará na Claro a partir do dia 20. O Magic será encontrado em breve na TIM e na Claro.

Post baseado em empréstimo

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O próximo passo natural do Google

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E não deu outra! Quando o Google lançou o navegador Chrome, antecipei aqui que este seria o primeiro passo rumo a atuar realmente como sistema operacional (SO) de máquinas. Isso por que o Chrome já vem nitidamente com a preocupação de atender bem a aplicações corporativas pela web – independente do sistema onde ele esteja sendo rodado.

Pouco depois veio o primeiro SO da Google: o Android – sistema operacional open source para celulares. Como bom curioso cheguei inclusive a instala-lo em um netbook Acer Aspire One[bb]. Foi uma experiência interessante e até simples, mas como a interface era focada em celulares[bb], não ficava prático o uso e ele perdeu de longe para o Windows 7 – que por sinal tem uma bela interface e uma performance bastante leve.

Windows 7

Windows 7

O Windows 7 visa trazer a experiência do Windows Vista com leveza para rodar até em Netbooks[bb] (computadores portáteis, com capacidade reduzida, para acesso a Internet). Está no caminho certo, mas ainda peca por excessos gráficos (que o tornam mais pesado) e por um tempo muito longo de startup para pré-carregar muitas funções que na maioria das vezes nem são usadas.

Já o sistema operacional Google Chrome basear-se-á no mesmo princípio do navegador: deve ser extremamente leve e com uma interface bastante simples. O principio é não trazer muito recursos internos ao sistema operacional[bb], já que a tendência vislumbrada pelo Google é que cada vez mais os sistemas sejam web based – onde o processamento se dá em servidores do outro lado da rede. Este sistema será baseado no open source do Linux[bb].

Google Chrome

Google Chrome

Com o desafio de ser “an attempt to re-think what operating systems should be”, o Chrome OS deve ter versões disponíveis até o fim do ano. E especula-se que importantes fabricantes como Dell, Lenovo e Acer devem lançar netbooks com o sistema pré-instalado no segundo semestre do próximo ano. Mas, acima de tudo é mais um desafio a Microsoft – não só por que substituiria o Windows, mas principalmente por desafiar o conceito de ter os aplicativos instalados no computador; é um convite a fazer tudo pela Internet e não mais comprar programas desktop como o Office[bb].

Veja o post do Google sobre o lançamento

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Comemoração do Primeiro de Abril

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O Google – e suas infinitas empresas – têm a hábito de customizar seus layouts em cada data especial/comemorativa.

Hoje, não poderia ser diferente. O Youtube recebia seus usuários ao contrário:

chaves, séries, tv, dvd

exemplo de vídeo apresentado no Youtube

E na página de help ainda sugeria alternativas para seus usuários assistirem o vídeo com conforto: pendurar o monitor de ponta-cabeça; dobrar o pescoço ao contrário; ou mudar-se para a Austrália.

séries, tv, temporada, chaves

tela de help do Youtube em 1º de abril

Ao final, avisava que era uma brincadeira de 1º de Abril. E, claro, havia a opção de voltar a tela ao normal.

Como sempre, inusitados e divertidos!!!

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Para onde o Yahoo! quase vai agora?

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Do you Yahoo!? Este foi o bordão que mais me marcou no início da revolução ponto-com. O Yahoo! era precursora deste mercado e a única já capitalizada para fazer propagandas de TV.
Mas, talvez este marco tenha ficado apenas na história, pois ninguém pode ao certo dizer para onde vai o Yahoo!

Após várias quase-revira-voltas neste ano – incluindo uma quase compra pela Microsoft, uma quase parceria com o Google, uma quase fusão com a AOL, alguns lançamentos de produtos quase novos como o Yahoo! Web Analytics e até um quase patrocínio de eclipse – a empresa parece agora sem um rumo definido, sem um posicionamento único para a empresa.

Analisando os dados da comScore, podemos obsevar que desde agosto o Yahoo! perdeu a segunda posição em buscas para o You Tube (empresa do Google), deixando o Google Corp. cada vez mais folgado na liderança de busca de todos os tipos na web. Veja os dados publicados sobre o ranking dos buscadores expandidos dos EUA:

fonte: comScore.com

Enquanto isso, a situação se complica também na cúpula administrativa da empresa, culminando na retirada do fundador Jerry Yang da presidencia da Yahoo! Movimento inevitável desde que começaram as diferenças entre o fundador e os acionistas da empresa, após Yang boicotar a proposta de compra da empresa pela Microsoft a US$ 33,00 por ação – atualmente os papéis estão cotados a US$ 10,63.

A empresa também anunciou um corte de 10% em sua força de trabalho mundial. Mas, o que está realemente claro é que a empresa inovadora que criou modelos como os negócios de Portais, de serviços gratúitos, de buscadores e de marketing online, dentre outros, precisa voltar a inovar e se recriar! Não fazê-lo significa correr o risco de se tornar apenas uma sombra de sua versão melhorada e ampliada – o Google.

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O dominio do Google

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Acaba de ser publicada nos EUA a pesquisa mensal da comScore, apontando que de maio para junho o Google sofreu leve perda de terreno no segmento de buscas na web, beneficiando seus principais competidores: Yahoo! e Microsoft.

Lá nas terras do Tio Sam, o Google caiu de 61,8 por cento em maio para 61,5 por cento mês passado, enquanto o Yahoo ganhou 0,3 ponto chegando a 20,9 por cento em junho e a Microsoft saltou 0,7 ponto chegando a 9,2 por cento, segundo a comScore.

Aqui no Brasil, no entanto, dados da Predicta apontam que o Google teve crescimento no total de buscas que direcionaram os usuários aos maiores Portais do país, as custas dos seus principais concorrentes.

Na categoria notícias e esporte, por exemplo, o Google subiu de 89,1% para 90,8% das buscas, ao passo que o Yahoo! que em maio tinha 5,4% caiu 1,2 ponto percentual e a Microsoft que tinha 2,5% caiu 0,5 ponto percentual.

Já a soma dos principais buscadores nacionais (Terra, UOL e Globo.com) manteve-se estável com 2,8% das buscas em ambos os meses.

* nota: as busca no Cadê? contam para seu controlador Yahoo! e as buscas no iG contam para o motor do Google

Depois de ser publicado aqui, em primeira mão, acaba de sair em:

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