Tweeta isso: agências americanas tem 28% das receitas provenientes do digital

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Serviços digitais representaram cerca de US $ 8,5 bilhões (28%) dos US $ 30,4 bilhões em 2010 o faturamento nos EUA gerados pela publicidade e mais de 900 agências de marketing de serviços. Parte digital da receitas agência aumentou 25,8% em 2009. Em termos de dólar, a receita das agências digitais saltou 16,9% em 2010.

Para ser exato, seis em cada 10 dólares digital – ou 5,1 bilhões dólares – no ano passado foi para agências especializadas em digital, como Publicis Groupe Digitas e Sapient Corp ’s SapientNitro.

A segunda maior parcela – US$ 2 bilhões – foi para as agências, cujo core business é o marketing direto ou de relacionamento com clientes. Ad Age estimativas agências direct-marketing/CRM gerados 42% dos EUA receitas de serviços digitais em 2010. (Blur Distinções entre as agências digitais, tais como a Digitas, que começou em 1980, direto da loja Bronner Slosberg Humphrey, e direto / CRM potências como a rede da WPP Wunderman, que acumulou a força do banco no fundo digital)

A parte restante da receita – cerca de US $ 1,4 bilhões – foi espalhada em todas as agências focada em disciplinas, incluindo publicidade, promoção de saúde e relações públicas.

Não surpreendentemente, a divisão tende a favorecer um foco pesado digital. Pereira & O’Dell, uma agência de San Francisco com 3 anos de operação, gerou 55% das receitas no ano passado do digital.

Mas titãs agência estão muito na mistura. Leo Burnett Worldwide / Arc, um anúncio da Publicis / agência de marketing de serviços, orgulha-se ele tem “mais especialistas digital (325 em apenas os EUA) do que a maioria autônomo agências digitais.”

No McGarryBowen, uma agência de publicidade de propriedade da Dentsu Inc., digital representou cerca de 24% da receita de 2010, ante 20% em 2009.

Huntsworth Saúde, uma rede de agências de saúde de propriedade da empresa britânica Huntsworth, gerou 23% do seu faturamento nos EUA a partir de 2010 digital, acima de 15% em 2009.

Carlson Marketing, uma gestão de fidelização e marketing de serviços detida pelo Groupe Aeroplan, no ano passado gerou cerca de um terço das receitas dos EUA de digital, acima de 25% em 2009.

Agências de relações públicas tem se movido agressivamente em mídias sociais, agarrando mais dólares digital. Edelman, a maior do mundo, agência de relações públicas, disse que sua receita digital duplicaram em 2010, a empresa gerou 12% dos EUA receitas de serviços digitais.

Ad Age DataCenter chegou a esta estimativa para o digital de parte da receita total 2.010 agências nos EUA – 28% – através de uma análise de baixo para cima das agências com base em informações de mais de 1.000 agências, redes de agências e empresas de agência. A figura, como acontece, faixas com reivindicações global de dois gigantes da agência: WPP e Publicis disse digitais representaram 29% e 28%, respectivamente, das suas receitas 2010 em todo o mundo.

Wall Street coloca um prêmio sobre todas as coisas digitais. Mas, dois grupos de agências – Omnicom e Interpublic – recusaram-se a divulgar uma porcentagem específica para o digital, argumentando que o digital é muito integrado na sua oferta a ser analisado fora.

Omnicom presidente-CEO John Wren chegou ao cerne da questão em uma conferência com analistas de ações em outubro passado: “Basicamente, eu acredito que qualquer coisa que não é digital em breve será digital ou logo ser muito, muito importante.”

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Novo cenário nacional de mídia

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Apenas juntando alguns números recentemente publicados sobre os resultados de mídia no Brasil em 2009…

O projeto Inter-meios apontou um crescimento de 4% nos investimentos em mídia de 2009, totalizando um volume de R$ 22,273 bilhões. O maior crescimento foi novamente da Internet – com aumento de 25,2% em relação ao ano anterior – mas a maior fatia continua com a televisão que abocanhou 60,9% da verba.

A TV por assinatura é que não consegue emplacar na publicidade do país. Apesar de já chegar a mais de 25 milhões de brasileiros, em 7,7 milhões de domicílio, o investimento no canal cresceu apenas 2,5% e esta representa apenas 3,7% do share total.

A mídia exterior que cresceu quatro vezes mais, encosta no veículo sendo responsável por 3% do share. A grande queda se deu na mídia impressa, onde os jornais tiveram investimentos 8,1% menores que em 2008.

Com estes volumes, o Brasil ocupou a sétima posição no ranking de investimentos publicitários mundiais, segundo o bureau de mídia GroupM do grupo WPP. Segundo as projeções o país deve ganhar uma posição em 2010, ultrapassando a França.

2008

2009 2010 (Previsão)
1º EUA – 157,633 1º EUA – 144,975 1º EUA – 138,752
2º Japão – 52,012 2º Japão – 49,184 2º Japão – 48,707
3º China – 35,223 3º China – 38,181 3º China – 42,771
4º Alemanha – 25,546 4º Alemanha – 23,831 4º Alemanha – 23,345
5º Reino Unido – 21,031 5º Reino Unido – 18,596 5º Reino Unido – 18,624
6º França – 15,942 6º França – 13,681 6º Brasil – 15,161
7º Itália – 14,863 7º Brasil – 12,824* 7º França – 13,056
8º Brasil – 13,125 8º Itália – 12,386 8º Itália – 12,320

Os resultados completos podem ser consultados no site do Projeto Inter-meios.

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Inclusão Digital

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Agora sim chegou a democracia digital ao Rio de Janeiro. E não é nenhuma palhaçada com a propaganda da TV Digital[bb]. É uma ação direta e prática.

Após a colocação de sinal livre de Wi-Fi[bb] na Praia de Copacabana, agora chegou a vez do governo estadual levar o acesso banda larga gratúito ao Morro da Comunidade de Dona Marta em Botafogo.

O lançamento do serviço foi na segunda-feira, as 9 horas. São 10 mil moradores beneficiados, através da instalação de 16 antenas de rádio. O projeto tem um custo de R$ 496 mil.

Resta saber se o governo tem algum projeto interessante para viabilizar o acesso a computadores de forma efetiva. Pois internet sem computador é bonito para inglês ver. Ou acham que na favela vão acessar por iPhone?

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P.S:
Respondendo as dúvida geradas, não tenho nada contra a tecnologia da TV Digital. Pelo contrário, sou entusiasta da interatividade para possibilitar segmentação de publicidade e compra online.

O que acho palhaçada é a propaganda populista do governo federal que faz parecer que de alguma forma é uma iniciativa democratica ou benéfica ao povo. É na realidade cara, só melhora o sinal dos mais ricos e o benefício é para as transmissoras que ocupam menor banda com o sinal compactado. O PT não pára de fazer marola…

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Datafolha: conteúdo colaborativo e consumo

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Aprofundando mais nas informações da pesquisa que citei no post anterior, vemos uma evolução no perfil 2.0 dos internautas brasileiros. Vida longa aos blogs e vídeos…

Um dos pontos de maior destaque da pesquisa diz respeito ao conteúdo colaborativo que circula pelas páginas da internet nacional. Dos 64,5 milhões de internautas identificados pela pesquisa, 55% disseram já terem incluído algum conteúdo na rede. Desses, 46% disseram que essa é uma forma de estreitar o relacionamento com outras pessoas e amigos, enquanto 10% esperam divulgar um trabalho autoral e 7%, ilustrar um fato, história ou notícia veiculado na internet.

Dentre as formas de relacionamento online, a maioria ainda mantém a comunicação por e-mail (53%), Messenger (52%) e perfil do Orkut (49%). Do total, apenas 7% disseram se relacionar através de um blog ou site pessoal; 6%, postando comentários em endereços de notícias; 4%, postando ou comentando vídeos no YouTube; e 4%, navegando pela blogosfera em páginas de terceiros.

48% dos pesquisados garantiram levar em consideração a opinião de outras pessoas - mesmo que desconhecidas – antes de efetuar uma compra de qualquer natureza. Já importante ferramenta para a pesquisa de produtos, serviços e melhores condições, cada vez mais se mostra um importante canal de relacionamento com consumidores, uma vez que 26% dos internautas já publicaram opiniões na rede e 20% já efetuaram alguma reclamação online sobre produtos e serviços.

O estudo apontou ainda que o ativismo do consumidor com acesso à internet aumenta quanto maior a renda e a escolaridade. Dentre os internautas com ensino superior completo, por exemplo, 45% já publicaram opinião sobre produto ou serviço.

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Datafolha: 64,5 milhões de internautas

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É impressionante como a Internet está crescendo no Brasil e já alcança todas as classes sociais, tornando-se a 2a. mídia de massa no país.

Realizada semestralmente pelo Instituto Datafolha a pedido da F/Nazca, a pesquisa F/Radar revelou que o número de internautas brasileiros chegou aos 64,5 milhões em agosto de 2008 – 5,5 milhões a mais do que o número registrado no primeiro semestre do ano. Isso significa dizer que 48% de toda a população nacional maior de 16 anos já possui acesso à rede. Ao todo foram realizadas 3.003 entrevistas, distribuídas em 172 municípios, sendo que 40% envolvem regiões metropolitanas e 60%, o interior.

Com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os resultados mostraram que, mais uma vez, a renda da população não possui ligação direta com o acesso do brasileiro à internet, uma vez que 28% acessaram a rede a partir de locais públicos de acesso pago, como as lan houses; 21% o fazem de computadores de amigos ou parentes; 13%, do ambiente de trabalho; e cerca de 10% a partir de faculdades e universidades.

Esses dados também confirmam a rede como segunda maior mídia de massa do Brasil, o que justificaria mais investimentos na mídia online. Pela primeira vez incluída no estudo, a internet móvel (smartphones, celulares, PDAs e iPhones) apareceu com 6% do total de acessos. A freqüência com que ocorre o contato do brasileiro com a internet também cresceu, sendo que 38% dos entrevistados afirmaram acessar a web diariamente e 10%, de quatro a seis vezes por semana, o que resulta em 48% de usuários considerados heavy users. Contabilizando os 21% que navegam de duas a três vezes por semana e os 18% que o fazem uma vez por semana, a pesquisa concluiu que 87% dos internautas brasileiros entram na internet semanalmente e que a média de acessos é de quatro dias nesse período.

 

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Lançamento do Google Chrome

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Mais uma matéria em primeira mão no blog foi publicada na Folha de São Paulo!

O Google lançou o Chrome, o navegador de internet que vai concorrer diretamente com o Internet Explorer, da Microsoft. A disputa já começou e o Google ganhou terreno no Brasil. Apenas na estréia, o Chrome já é o terceiro navegador mais utilizado, conquistando 1,12% da preferência dos internautas brasileiros.
O Chrome ultrapassou o Safari, da Apple, que agora detém 0,81% do mercado brasileiro, e o Opera, que tem 0,20%. O Internet Explorer é líder, com 87,88%, seguido do Firefox, da Mozilla, com 9,98%.
É o que revela um levantamento que será divulgado hoje pela Predicta, empresa que monitora praticamente todos os acessos na internet brasileira.
Ao contrário do Internet Explorer, o Chrome utiliza uma plataforma de programação aberta.

Vejam mais detalhes sobre estes dados.

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