Novo cenário nacional de mídia

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Apenas juntando alguns números recentemente publicados sobre os resultados de mídia no Brasil em 2009…

O projeto Inter-meios apontou um crescimento de 4% nos investimentos em mídia de 2009, totalizando um volume de R$ 22,273 bilhões. O maior crescimento foi novamente da Internet – com aumento de 25,2% em relação ao ano anterior – mas a maior fatia continua com a televisão que abocanhou 60,9% da verba.

A TV por assinatura é que não consegue emplacar na publicidade do país. Apesar de já chegar a mais de 25 milhões de brasileiros, em 7,7 milhões de domicílio, o investimento no canal cresceu apenas 2,5% e esta representa apenas 3,7% do share total.

A mídia exterior que cresceu quatro vezes mais, encosta no veículo sendo responsável por 3% do share. A grande queda se deu na mídia impressa, onde os jornais tiveram investimentos 8,1% menores que em 2008.

Com estes volumes, o Brasil ocupou a sétima posição no ranking de investimentos publicitários mundiais, segundo o bureau de mídia GroupM do grupo WPP. Segundo as projeções o país deve ganhar uma posição em 2010, ultrapassando a França.

2008

2009 2010 (Previsão)
1º EUA – 157,633 1º EUA – 144,975 1º EUA – 138,752
2º Japão – 52,012 2º Japão – 49,184 2º Japão – 48,707
3º China – 35,223 3º China – 38,181 3º China – 42,771
4º Alemanha – 25,546 4º Alemanha – 23,831 4º Alemanha – 23,345
5º Reino Unido – 21,031 5º Reino Unido – 18,596 5º Reino Unido – 18,624
6º França – 15,942 6º França – 13,681 6º Brasil – 15,161
7º Itália – 14,863 7º Brasil – 12,824* 7º França – 13,056
8º Brasil – 13,125 8º Itália – 12,386 8º Itália – 12,320

Os resultados completos podem ser consultados no site do Projeto Inter-meios.

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Interatividade total no Carnaval Positivo

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Bom, vamos agora aos resultados da ação que anunciei antes! A campanha foi um sucesso, levando conteúdo de diversos usuários ao redor do mundo para dentro da Sapucaí.

“O Carnaval tem a cara da mídia social, sendo uma festa popular nada faria mais sentido do que o conteúdo ser construído pelo público. Viabilizamos então a inclusão de usuários de todo o mundo no desfile, através do envio de imagens e mensagens de texto, que apareceram em seis telões gigantes em um carro alegórico do desfile da escola”, explica Fred Pacheco, diretor comercial da boo-box.

Antes mesmo do carnaval acontecer, uma campanha online trouxe o clima de folia para os internautas, convidando-os a enviar seus conteúdos. No total, foram exibidas quase 3 milhões de peças onlines em comunidades e redes sociais, assim como mais de 11 milhões em blogs e sites. Juntos estes canais geraram 19.154 visitas ao site da promoção, onde os usuários podiam enviar suas fotos – as fotos ainda podem ser conferidas em www.positivopranacao.com.br.

Para dar vida ao arrojado projeto, foi necessária a união de empresas   complementares como a boo-box mídia social, a agência Pepper, a integradora PontoMobi e a própria Positivo cobrindo a operação de hotsite, equipamentos de hardware na passarela do samba, integração mobile das plataformas em tempo real e divulgação e interação em redes sociais – como Twitter, Facebook, Orkut e blogs.

O executivo Pacheco ainda complementa que “adicionalmente à campanha com peças gráficas online, fizemos divulgação através do Twitter. Usuários desta ferramenta de microblogging enviaram 262 mensagens que foram sendo comentadas até atingirem 166 mil usuários, e gerarem 1.874 participações na campanha apenas através do Twitter”.

 

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Mídia online é novamente a que mais cresce

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O Inter-Meios realizou em setembro deste ano,  um levantamento sobre a publicidade na internet. Segundo dados do relatório, os investimentos em anúncios online no Brasil cresceram 22,8% no primeiro semestre.

O estudo também apontou que a web foi o canal midiático que apresentou maior crescimento em faturamento publicitário neste ano e que os números positivos são resultado do aumento de internautas brasileiros e da popularização da rede entre as classes C e D.

De acordo com dados do Ibope, o número de brasileiros navegando pela web chegou a  64,8 milhões em junho, registrando 4% a mais do que o mesmo período do ano passado.

fonte: AdNews

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O efeito iPhone

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Segundo dados da Anatel, após quatro anos na terceira posição entre as operadores de celular do Brasil, a Claro (25,33%) finalmente ultrapassa a TIM (25,02%) em setembro e se torna vice-líder de mercado, atrás apenas da Vivo (30,03%).

Por acaso ou não, isso acontece justo no mês do lançamento do iPhone pela mesma. Aliás, as duas líderes do mercado hoje são as únicas comercializando o aparelho no país, desde 26 de setembro.

Enquanto isso, dados da PREDICTA (consultoria de marketing online e métricas) apontam o crescimento do acesso móvel a conteúdos online pelo aparelho – e este consumo de dados no celular é justamente a mais nobre fonte de receita das operadoras. Segundo medições da Predicta, após seu lançamento oficial no Brasil, o iPhone pela primeira vez ultrapassou o consumo de dados de todos os demais aparelhos somados.

Parece que a TIM comeu poeira atrasando o seu lançamento do iPhone (anunciado há muito tempo, mas ainda sem data definida), o que prejudica seu posicionamento de mercado e faturamento com serviços de dados.

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Quer navegar quanto?

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Não é novidade que a Classe C ganha corpo na Internet brasileira e já se apresenta como boa oportunidade (vide campanhas online até de Casas Bahia). Mas, o Terra publicou uma recente pesquisa no Estadão mostrando que em algumas regiões isso não é uma tendência, é uma realidade!No entanto é importante lembrar que a pesquisa foi feita apenas em três regiões metropolitanas do Brasil (São Paulo, Recife e Porto Alegre), portanto não deve ser considerada com retrato da realidade de todo o país.

Highlights:

  • 49,4% dos jovens da classe C das três capitais possuem acesso à rede mundial em casa
  • não existem diferenças significativas entre classes, para o consumo de conteúdo, entretenimento e redes sociais
  • 77,2% dos jovens de classe C com internet residencial têm acesso de banda larga (+100 kbps)
  • a pesquisa apontou um temor maior da classe C em usar o cartão de crédito na internet do que nos consumidores de maior renda
  • o jovem de classe C acessa bastante a internet para fazer pesquisa de preços (49,2%)

Clique aqui para ver a matéria completa.

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