Carnaval participativo e sem fronteiras

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Samba, suor e interatividade. Em ação inédita da boo-box, Pepper e pontomobi para a Computadores Positivo, patrocinadora do desfile da Portela em 2010, pela primeira vez na história do Carnaval do Rio internautas e foliões distribuídos pelos cinco continentes poderão participar de forma interativa de um desfile da Marques de Sapucaí.

“Pessoas de diversas partes do mundo poderão enviar mensagens de texto e imagens, que serão transmitidas em tempo real”, conta Alessandro Alves, VP de criação da Pepper. Para isso, seis telões gigantescos serão instalados em um dos carros alegóricos da escola. As imagens e mensagens de texto poderão ser enviadas através do hotsite www.positivopranacao.com.br e por SMS.

Para dar vida ao arrojado projeto, foi necessária a união de empresas tão diferentes e complementares como a Pepper, a boo-box, a pontomobi e a própria Positivo, cobrindo a operação de hotsite, equipamentos de hardware na passarela do samba, integração mobile das plataformas em tempo real, divulgação em redes sociais como Twitter, Facebook, Orkut e blogs.

“Este projeto tem a cara da mídia social. O Carnaval já tem a característica de festa popular, então nada faria mais sentido do que o conteúdo ser construído pelos usuários finais. Portanto utilizamos as mídias sociais para os usuários enviarem suas fotos e textos, através de bogs, comunidades, redes sociais e twitter”, explica Fred Pacheco, executivo comercial da boo-box.

No primeiro dia de divulgação da ação, forma exibidos mais de 2 milhões de banners, o site já recebeu a participação de mais de 5 mil usuários que enviaram conteúdos e o tema foi discutido no twitter por usuários que falavam sobre sua participação na promoção, para de alguma forma estar presente na passarela do Samba durante a principal festa popular do mundo, atingindo mais de 44 mil usuários do serviço de microblog.

 

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Comerciais do Superbowl XLIV – 2010

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Para aqueles que ficaram frustrados como eu, ao assistir o Superbowl na ESPN e ao invés de poder ver os fantásticos comerciais americanos, foram obrigados a ficar assistindo a repetição contínua dos mesmos anunciantes, resolvi pesquisar e clippar aqui os melhores comerciais do jogo.

Após assisti aos 65 comerciais veiculados nos EUA, selecionei os 13 a seguir como meus prediletos!

O Google, além do comercial transmitido no intervalo do jogo, montou uma campanha completa online para complementar o filme. Aliás, muito boa a campanha deles! E muito legal, finalmente, eles estarem reconhecendo a importância de uma ação crossmedia.

Agora, se nos EUA o segundo de anúncio custou US$ 100.000, a julgar pela repetição de Applebees, Gricin Gel e FIAT, no Brasil a hora de anúncio deve ter custado os mesmos US$ 100.000.

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Democracia é na Internet!

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A Almap produziu um novo comercial para Havaianas[bb] com uma avó moderninha e muito querida, que conversava com sua neta durante o jantar.

No entanto, acabou obrigada a tirar o comercial de veiculação na TV[bb], devido a críticas sobre a modernidade da avó. Mas, demonstrando sua habitual genialidade criativa, a Almap aproveitou para gerar ainda mais repercussão sobre o tema. Mantiveram o comercial na web a ainda fizeram uma segunda peça que está sendo veiculada na TV para chamar as pessoas a assistirem na web.

Até o momento, além de gerar bastante buzz e despertar curiosidade, já gerou 200.000 visualizações do comercial original – apenas considerando o vídeo oficial no canal da Almap. E esta semana, confirmei diretamente com eles que não era uma ação planejada, realmente foi apenas uma reação ao fato imprevisível.

O comercial original pode ser facilmente encontrado no Youtube e em outros canais. Para quem ainda não viu, recomendo assistir ao vídeo original online!

A Almap sempre muito criativa…

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Publicidade muito além da mídia

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Um tema sobre o qual gosto muito de escrever é a evolução do mercado de publicidade e os novos caminhos que a comunicação total com o cliente está tomando.

No vídeo abaixo, Sérgio Amado, presidente do conselho e CEO do grupo Ogilvy no Brasil, fala sobre sua coragem em mante-se fiel a estratégia traçada para garantir que o grupo se preparasse para o futuro, independente dos resultados em curto prazo para garantir a conquista de novos mercados.

A estratégia de Comunicação 360º do Grupo Ogilvy, na minha opinião, deveria ser um exemplo para todas as agências de publicidade sobre como auxiliar as empresas-clientes a se comunicarem com seus consumidores em todos os momentos do relacionamento – pela Mídia, pela Internet, no Ponto de Vendas, com Relações Públicas, etc.

Veja mais no post: Nem só de TV vive o consumidor

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Palestra em Vitória/ES

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O evento de Vitória foi muito positivo, reunindo quase 100 profissionais de importantes empresas capixabas interessados em trocar idéias sobre como utilizar a Internet para gerar resultados de negócios.

O evento foi um café da manhã muito bem organizado pela e-brand, à qual agradeço pelo convite. Aproveito para colocar aqui a apresentação que realizei:

Propagandas na Internet

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O fim da era dos cliques

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Vamos tirar os botões do mouse? Ainda não… Mas, em breve deveremos tirá-los do planejamento e das métricas de campanhas online.

O antigo e ultrapassado % CTR (taxa de cliques) mede apenas quantas vezes um peça foi clicada a cada cem exibições. Mas, não mostra se este usuário realmente chegou ao website, esperou o mesmo carregar, navegou no conteúdo ou, o mais importante, realizou uma compra ou conversão.

As empresas precisam saber mais! Precisam saber a eficiência da campanha até sua ponta final, para acompanhar os diferentes indicadores: custo de impressão da peça, custo por usuário impactado, custo por visita no site e custo de aquisição de um cliente, entre outros.
Qual é o mais importante? Depende do objetivo de cada campanha.

Se uma campanha tem objetivo institucional ou de comunicação de uma mensagem simples, novos formatos de publicidade interativa já podem fazer todo o trabalho de comunicação da campanha, sem necessitar de cliques ou visitas a websites. E, neste caso, o mais importante é medir quantas interações ocorreram com a peça. Tecnologias como widgets podem inclusive realizar operações no próprio ambiente do Portal, como encontrar a loja física mais próxima do trabalho.

O CTR ainda tem seu valor para demonstrar o interesse em uma determinada peça ou linha criativa, mas deve ser visto com ressalvas, pois fica fácil aumentar o índice de cliques colocando um mulher nua no banner; mas, o que o cliente encontrará após o clique? Cumprirá a promessa criada na mente do usuário? Será um conteúdo ou produto relevante a mensagem do banner, de forma a gerar consumo?

Adicionalmente, estamos na era do pouco tempo e falta de paciência. Assim, o ideal é já oferecer ao usuário o conteúdo que ele necessita na apresentação da peça! Poupe o tempo do usuário, ofereça uma mensagem direta e muito alinhada ao conteúdo que ele encontrará após o clique. Aproveite o momento que o usuário está interagindo, ainda que fora do seu site, em um Portal por exemplo, para comunicar o que é necessário.

Novos formatos de richmedia ajudam bastante neste aspecto, possibilitando convidar o usuário a uma interação com pouco espaço ocupado e quando demonstra seu interesse a peça entregará a informação relevante. Por exemplo, uma oferta de consórcio da Ford que permita ao cliente interagir definindo até quando pode esperar pelo carro, para visualizar as informações personalizadas a esta decisão. Se continuar interessado, aí poderá clicar e ser direcionado para a contratação em uma página específica para os parâmetros selecionados pelo visitante.

No futuro, é possível que se reduza também a importância do clique dentro do site visitado. Hoje ainda se considera muito o número de páginas por visita ou o número de cliques. Mas, isto é realmente relevante? Não é mais interessante medir a efetiva interação do usuário com os conteúdos? Por exemplo, páginas de vídeo onde não basta saber se o cliente chegou, mas se este interagiu assistindo o vídeo até o fim ou pasando-o ou pulando-o ou maximizando-o.

O mesmo vale para outros conteúdo. Veja um excelente conteúdo experimental de site que interage inteiramente sem cliques – o projeto DON’T CLICK IT. Esta é na verdade a forma natural das pessoas; não viemos com botões nas pontas dos dedos, estamos acostumados a interagir tocando ou arrastando. É melhor já ter o resultado da interação sem precisar clicar e aguardar – fazer o usuário clicar é cada vez mais difícil; estamos desconfiados.

Esta é a razão pela qual o iPhone faz tanto sucesso: interage através dos toques dos dedos com gestos como arrastar, ao invés de clicar em uma seta para o lado.

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