Apple é a empresa mais valiosa dos EUA

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A Apple se tornou a empresa mais valiosa dos Estados Unidos nesta quarta-feira, 10, quando seu valor de mercado ultrapassou o da Exxon Mobil, segundo os últimos boletins de notícias divulgados em Wall Street. Apesar da semana nervosa no mercado de capitais norte-americano, a Bolsa de Nova York ressaltou o fato das ações da Apple terem valorizado 125% nos últimos dois anos, impulsionadas principalmente pelo sucesso de vendas da empresa.

O valor total de uma empresa é calculado pelo número de investidores interessados em suas ações, o lucro e as perspectivas futuras de negócios. Já a capitalização de cada empresa é embasada pela rapidez do comércio de ações e em que escala esse trâmite se dá. Confira abaixo a relação das 10 empresas mais valiosas dos Estados Unidos, segundo Wall Street:

 

1. Apple
2. Exxon Mobil
3. Microsoft
4. IBM
5. Chevron
6. Google
7. Wal-Mart
8. Berkshire Hathaway
9. AT&T
10. Procter & Gamble

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Tweeta isso: agências americanas tem 28% das receitas provenientes do digital

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Serviços digitais representaram cerca de US $ 8,5 bilhões (28%) dos US $ 30,4 bilhões em 2010 o faturamento nos EUA gerados pela publicidade e mais de 900 agências de marketing de serviços. Parte digital da receitas agência aumentou 25,8% em 2009. Em termos de dólar, a receita das agências digitais saltou 16,9% em 2010.

Para ser exato, seis em cada 10 dólares digital – ou 5,1 bilhões dólares – no ano passado foi para agências especializadas em digital, como Publicis Groupe Digitas e Sapient Corp ’s SapientNitro.

A segunda maior parcela – US$ 2 bilhões – foi para as agências, cujo core business é o marketing direto ou de relacionamento com clientes. Ad Age estimativas agências direct-marketing/CRM gerados 42% dos EUA receitas de serviços digitais em 2010. (Blur Distinções entre as agências digitais, tais como a Digitas, que começou em 1980, direto da loja Bronner Slosberg Humphrey, e direto / CRM potências como a rede da WPP Wunderman, que acumulou a força do banco no fundo digital)

A parte restante da receita – cerca de US $ 1,4 bilhões – foi espalhada em todas as agências focada em disciplinas, incluindo publicidade, promoção de saúde e relações públicas.

Não surpreendentemente, a divisão tende a favorecer um foco pesado digital. Pereira & O’Dell, uma agência de San Francisco com 3 anos de operação, gerou 55% das receitas no ano passado do digital.

Mas titãs agência estão muito na mistura. Leo Burnett Worldwide / Arc, um anúncio da Publicis / agência de marketing de serviços, orgulha-se ele tem “mais especialistas digital (325 em apenas os EUA) do que a maioria autônomo agências digitais.”

No McGarryBowen, uma agência de publicidade de propriedade da Dentsu Inc., digital representou cerca de 24% da receita de 2010, ante 20% em 2009.

Huntsworth Saúde, uma rede de agências de saúde de propriedade da empresa britânica Huntsworth, gerou 23% do seu faturamento nos EUA a partir de 2010 digital, acima de 15% em 2009.

Carlson Marketing, uma gestão de fidelização e marketing de serviços detida pelo Groupe Aeroplan, no ano passado gerou cerca de um terço das receitas dos EUA de digital, acima de 25% em 2009.

Agências de relações públicas tem se movido agressivamente em mídias sociais, agarrando mais dólares digital. Edelman, a maior do mundo, agência de relações públicas, disse que sua receita digital duplicaram em 2010, a empresa gerou 12% dos EUA receitas de serviços digitais.

Ad Age DataCenter chegou a esta estimativa para o digital de parte da receita total 2.010 agências nos EUA – 28% – através de uma análise de baixo para cima das agências com base em informações de mais de 1.000 agências, redes de agências e empresas de agência. A figura, como acontece, faixas com reivindicações global de dois gigantes da agência: WPP e Publicis disse digitais representaram 29% e 28%, respectivamente, das suas receitas 2010 em todo o mundo.

Wall Street coloca um prêmio sobre todas as coisas digitais. Mas, dois grupos de agências – Omnicom e Interpublic – recusaram-se a divulgar uma porcentagem específica para o digital, argumentando que o digital é muito integrado na sua oferta a ser analisado fora.

Omnicom presidente-CEO John Wren chegou ao cerne da questão em uma conferência com analistas de ações em outubro passado: “Basicamente, eu acredito que qualquer coisa que não é digital em breve será digital ou logo ser muito, muito importante.”

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Série americana vai “pular” a TV

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Eu sou o exemplo vivo de como o conteúdo da TV cada vez mais é consumido por outros canais. Eu sou viciado em 6 séries semanais que não consigo esperar chegar ao Brasil e que não quero me adequar a grade de horários da TV.

Assim, semanalmente faço o download automaticamente do conteúdo e o mesmo é enviado para minha TV, onde assisto a hora que quiser, sem comerciais. Essa é uma realidade comum entre os espectadores mais viciados.

Muitas produtoras e transmissoras se assustam com esta realidade e, ao invés de reinventar seus modelos, perseguem os torrents na esperança de evitar que os usuários consigam baixar o conteúdo. Doce ilusão… Sempre darão um jeito de fazê-lo.

Pelo menos uma série já está começando pela reinvenção do modelo. A série Pionner One de Josh Bernhard e Bracey Smith não irá passar na televisão, irá ser diretamente disponibilizado através de torrents na rede VODO. “Numa contemporânea América do Norte, capsula espacial da era soviética retorna à Terra. Dentro dela, eles encontram o impossível”, conta o produtor.

O mais importante disso, é saber reinventar os modelos comerciais para se adequar as novas realidades. O comercial de 30″ é eliminado na hora de “rippar” para disponibilizar online, no entanto outras formas comerciais podem e deve ser utilizadas – como lettering, logotipo marca d’água, uso de produtos dentro da série, outdoor de marcas no enquadramento, etc.

Muitas são as possibilidades de impactar o público nos novos canais… Os mais criativos vão ganhar muito espaço!

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Primeiras aparições do Chrome OS

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Esta semana, o Google[bb] divulgou um pouco mais de informações sobre seu sistema operacional – o Chrome OS. Sistema que deverá ser lançado no meio do próximo ano, com foco em leveza para rodar em Netbooks[bb], concorrendo diretamente com o Windows 7[bb].

Os conceitos apresentados seguem exatamente o que eu havia antecipado num post em julho. Basicamente, este sistema baseia-se todo no acesso a Internet[bb]. É quase como se o computador não tivesse um sistema operacional e rodasse diretamente o browser.

Este modelo traz algumas vantagens como menor necessidade de hardware, já que o processamento se dá nos servidor do outro lado da nuvem e o armazenamento idem. Assim, os computadores[bb] poderão ser mais baratos, sem necessidade de harddrives, grandes volumes de memória ou processadores cada vez mais velozes.

Veja também o conceito do produto.
Veja ainda uma palestra maior sobre o uso do Chrome OS.

Por outro lado, este princípio quase de retorno ao modelo de cliente-servidor dos antigos terminais de fósforo verde que não processavam nada sozinhos, deixa uma lacuna importante dos momentos em que não se está conectado a Internet. Ainda mais para equipamentos móveis, estes momentos são importantes – não se pode abrir mão de editar um documento numa lanchonete sem web, num hotel sem conexão, num sítio sem Internet ou no aeroporto sem ter senha da Vex.

Além disso, para profissionais da área comercial como eu, não é factível ficar sem o Keynote[bb] (ou Powerpoint[bb]) instalado para fazer apresentações com mais recursos e dinamismo. Bem como ter vídeos locais para apresentar cases. Claro que num cenário de web constante, poder-se-ia virar com Slideshare e Youtube, mas ainda não é prático o bastante. No entanto, estou ansioso para experimentar o Chrome OS – em uma segunda máquina.

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Murdoch bloqueará conteúdo da News Corp. no Google

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Rupert Murdoch, presidente da News Corporation que inclui grandes grupos de mídia como a Fox, pretende bloquear o conteúdo de seus jornais, entre eles o Wall Street Journal[bb] e o The Sun, dos resultados de buscas do Google. Com isso, o magnata tentará fazer os internautas pagarem pelo conteúdo informativo publicado na internet.

Além do buscador propriamente, Murdoch há meses está brigando com o Google, por causa do iGoogle que consolida as notícias em uma página única para o usuário – o que significa que os usuários podem ler todas as notícias de Murdoch e seus concorrentes, sem precisar visitar os respectivos sites e, portanto, sem visualizar nenhuma publicidade destes. O empresário já chamou a gigante de buscas de “cleptomaníaca” e “parasita”.

“Já fazemos isso com o Wall Street Journal. Temos uma barreira, mas não é total. Você pode, eventualmente, conseguir ler o primeiro parágrafo de uma notícia, mas se não é um assinante registrado e pagante, lerá apenas o primeiro parágrafo e verá um formulário para fazer sua assinatura[bb]“, afirmou Murdoch.

A empresa adotou uma estratégia para cobrar pelo acesso aos seus jornais online[bb]. Em agosto, o magnata disse que pode criar um consórcio para regular a cobrança por notícias veiculadas na internet. E vindo de Murdoch, qualquer ação deve ser levada a sério, pois o empresário costuma ser líder de tendências e tem força suficiente para isso.

Cases de sucesso do empresário no uso da Internet em seus negócios, incluem desde redes de conteúdos, jornais que abandonaram o formato físico e até programas como Os Simpsons[bb] cuja publicidade na Internet supera o valor da publicidade na rede Fox de TV.

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Mídia online é novamente a que mais cresce

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O Inter-Meios realizou em setembro deste ano,  um levantamento sobre a publicidade na internet. Segundo dados do relatório, os investimentos em anúncios online no Brasil cresceram 22,8% no primeiro semestre.

O estudo também apontou que a web foi o canal midiático que apresentou maior crescimento em faturamento publicitário neste ano e que os números positivos são resultado do aumento de internautas brasileiros e da popularização da rede entre as classes C e D.

De acordo com dados do Ibope, o número de brasileiros navegando pela web chegou a  64,8 milhões em junho, registrando 4% a mais do que o mesmo período do ano passado.

fonte: AdNews

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