Que vergonha da Skol…

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Confesso que sempre tive simpatia por esta marca da AmBev, mas lendo hoje matéria no AdNews, fiquei bastante frustrado com a mesma. Depois de tantas ações divertidas e interessante para o público adulto, resolveu apelar para o público infantil?

Acontece que a marca está preparando uma ação de oportunidade com Ovos de Páscoa carregando a marca e com sabor de cerveja. Utilizar-se de um elemento infantil (ovo de páscoa) para divulgar uma marca de bebida alcoólica é completamente anti-ético e contra a lei!!! Além de ser uma completa falta de bom-senso da empresa e da agência.

Tal tipo de divulgação do produto, incentiva as crianças a terem carinho por uma marca permitida apenas para adultos e ter vontade de experimentá-la, na confusão causada pelo uso de um significante que faz parte do universo infantil. Espero que o CONAR tome atitudes rápidas, antes que o estrago seja feito.

 

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Atualizando o post, o CONAR acaba de me notificar que aceitou minha representação contra a Skol e o caso será julgado no comitê de ética publicitária da entidade.

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Inter-meios: o bolo publicitário em 2011

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Publicada recentemente, a consolidação do ano de 2011 pelo projeto intre-meios apresentou um mercado publicitário em crescimento de 8,54% no Brasil, mostrando que a crise não prejudicou nosso mercado, no país.

A internet, como sempre, apresentou o maior crescimento dentre os canais com aumento de 19,63% no volume de sua verba. No entanto, por considerarmos uma base ainda pequena, representou apenas 5,11% do total investido em 2011.

Os meios impressos continuam apresentando resultados fracos na hora de escolha do canal onde anunciar. Embora os jornais tenham tido um aumento considerável na sua circulação em 2011 – mostrando que para o consumidor não existe a substituição dos canais e sim a complementaridade dos mesmos – o seu crescimento publicitário não acompanhou o mesmo ritmo e ficou bem abaixo da média do mercado, provavelmente pela migração dos anuncios para canais mais interativos.

A televisão aberta, por ter apresentado um crescimento acima da média do mercado, com 9,17% de aumento, atingiu o seu maior share histórico com 63,3% de toda verba publicitária brasileira.

 

 

 

Apenas os meios de Guias e Listas e de Cinema tiveram retração no seu faturamento publicitário, devido a migração de seu público para os canais digitais online e com isso o fechamento de muitos veículos e salas de projeção.

No total, os veículos de comunicação faturaram R$ 28,45 bilhões com venda de espaço publicitário, o que posiciona o Brasil entres os cinco maiores mercados globais de propaganda, em disputa com Inglaterra e Alemanha, segundo dados da ZenithOptmedia.

 

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Mais detalhes sobre o Google+

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O Google anuncia periodicamente dados sobre usuários cadastrados na sua nova rede social, para demonstrar o seu “rápido crescimento” – tendo chegado a 90 milhões de usuários. Porém, esta é uma visão um pouco limitada quando aprofundando um pouquinho os dados estatísticos.

De acordo com os mais recentes dados da comScore, os usuários do Google+ passaram em média 3,3 minutos na rede social no mês de janeiro, número insignificante em relação às 7 horas e 30 minutos que os usuários do Facebook passaram no site do Zuckerberg.

No entanto, as coisas podem melhorar para a rede, pois o G+ está crescendo e fazendo sucesso na Índia, país que já representa 13,69% do total de usuários da rede. E vale lembrar que o Orkut começou sua fase áurea também pela Índia e pelo Brasil e se manteve como um importante canal social durante muito tempo.
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Para entender o potencial desta rede, precisamos lembrar da integração com todas as demais ferramentas do Google. O que significa que o tempo médio passado especificamente dentro da rede não faz total justiça à plataforma, uma vez que do meu email posso verificar atualizações, de dentro do buscador posso ativar o botão +1, do meu álbum no Picasa posso compartilhar fotos com meus círculos, etc.
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O desafio do gigantes das buscas agora será habituar as pessoas a utilizarem todos estes recursos e atraí-las para dentro do ambiente propriamente para poder ganhar com publicidade. A integração com as demais plataformas é incrível, mas não gera novo inventário de anúncios para o Google.

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Mais um do Seth Godin

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Perfect and impossible

The definition of a revolution: it destroys the perfect and enables the impossible.

The music business was perfect. Radio, record chains, Rolling Stone magazine, the senior prom, limited access to recording studios, the replaceable nature of the LP, the baby boomers… it all added up to a business that seemed perfect, one that could run for ever and ever.

The digital revolution destroyed this perfect business while enabling the seemingly impossible: easy access to the market by new musicians, a cosmic jukebox of just about every song ever recorded, music as a social connector…

If you are love with the perfect, prepare to see it swept away. If you are able to dream of the impossible, it just might happen.

do Blog do Seth Godin

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Informações da publicidade digital brasileira pelo comScore Ad Metrix

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Em dezembro de 2011, 62,9 bilhões de impressões foram visualizadas online no Brasil, alcançando 50,8 milhões de usuários da internet. O estudou revelou que o Facebook foi o veículo que publicou mais anúncios no mês, com 17,4% do total de impressões, enquanto a Netshoes foi o maior anunciante, com 2,5 bilhões de impressões.

“Com o usuário típico de internet no Brasil exposto a mais de 1200 anúncios online por mês, o mercado da publicidade online nunca esteve tão aquecido, nem ofereceu melhores oportunidades de marketing para anunciantes, agências e publishers”, disse Alex Banks, diretor da comScore no Brasil. “O comScore Ad Metrix traz ao mercado brasileiro uma ferramenta de inteligência competitiva extremamente necessária, que fornece informações fundamentais para otimizar as estratégias de publicidade digital e entender melhor sua performance em relação à concorrência”.

Anúncios Online: Top 10 Publishers

O Facebook foi o veículo que publicou mais anúncios no Brasil em dezembro, com 11 bilhões de impressões (17,4% de participação no mercado) que alcançaram 33,1 milhões de pessoas online. A Globo ficou em segundo lugar, exibindo quase 8,9 bilhões de anúncios (14,1% de participação), seguida pelo UOL, com 7,7 bilhões de anúncios (12,2% de participação), e o Terra – Telefonica com 7,2 bilhões de impressões (11,4% de participação).

Anúncios Online: Top 10 Publishers* no Brasil
Audiência Total no Brasil – Visitantes com 6+ anos, Acesso de Casa ou do Trabalho
Dezembro 2011
Fonte: comScore Ad Metrix
Publisher Total de Impressões (MM) Participação no Total de Anúncios Visitantes Únicos Expostos (000)
Audiência Total 62.900 100,0% 50.825
Facebook 10.951 17,4% 33.078
Globo 8.852 14,1% 37.782
UOL 7.703 12,2% 41.828
Terra – Telefonica 7.173 11,4% 42.570
Google Sites 6.456 10,3% 43.813
Microsoft Sites 6.437 10,2% 44.501
iG Sites 2.709 4,3% 29.408
Yahoo! Sites 665 1,1% 20.735
Radio e Televisao Record SA 344 0,5% 8.175
Grupo Abril 226 0,4% 11.352

*Reflete apenas anúncios (não considera vídeos ou buscas), e exclui anúncios próprios e pequenos (<2.500 pixels)
** Exclui tráfego originado em computadores públicos, como em Internet cafés, ou acesso em celulares ou PDAs.

Anúncios Online: Top 10 Anunciantes

O ranking dos Top 10 Anunciantes em anúncios online inclui marcas de várias categorias diferentes. A empresa brasileira de comércio eletrônico Netshoes ficou em primeiro lugar entre os anunciantes em dezembro, com 2,5 bilhões de impressões (3,9% de participação no mercado) que alcançaram 38,4 milhões de pessoas. A Dafiti vem a seguir, com 1,5 bilhão de impressões (2,4% de participação), enquanto o Grupo Telefonica teve 895,2 milhões de impressões (1,4% de participação), sendo que sua marca Vivo responde por 87% do total de impressões do anunciante.

Anúncios Online: Top 10 Anunciantes* no Brasil
Audiência Total no Brasil – Visitantes com 6+ anos, Acesso de Casa ou do Trabalho
Dezembro 2011
Fonte: comScore Ad Metrix
Anunciante Total de Impressões(000) Participação no Total de Anúncios Visitantes Únicos Expostos (000)
Audiência Total 62.899.974 100,0% 50.825
Netshoes.com.br 2.462.945 3,9% 38.388
Dafiti.com.br 1.514.762 2,4% 37.290
Grupo Telefonica 895.231 1,4% 33.604
Microsoft Corporation 845.326 1,3% 35.284
Itaú Unibanco Holding S.A. 574.311 0,9% 18.227
NetMovies Entretenimento S.A. 537.591 0,9% 26.226
Hotel Urbano Serviços Digitais S.A. 518.416 0,8% 27.526
B2W Inc. 498.012 0,8% 32.925
OLX Inc. 484.853 0,8% 29.953
Netflix, Inc. 484.138 0,8% 29.205

*Reflete apenas anúncios (não considera vídeos ou buscas), e exclui anúncios próprios e pequenos (<2.500 pixels)
** Exclui tráfego originado em computadores públicos, como em Internet cafés, ou acesso em celulares ou PDAs.

Social Ads

Um componente fundamental no comScore Ad Metrix é a visibilidade que o produto propicia do crescente mercado dos social ads – anúncios publicados em redes sociais ou vinculados a elas. Anúncios Socially Published (SP) se referem a qualquer anúncio de uma marca publicado em sites de redes sociais, como Facebook ou Orkut. Os anúncios Socially Enabled (SE) são anúncios padrão do IAB que incluem um link para o Facebook ou outros sites de redes sociais. Cada vez mais as marcas estão usando essas chamadas para as mídias sociais nos anúncios como forma de aumentar sua presença no segmento.

No caso da Unilever, 4,9% do total de impressões da marca continham links para redes sociais (SE) em dezembro de 2011, enquanto 21,9% das impressões foram publicadas em redes sociais (SP).

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Para que ficamos no Facebook mesmo?

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Internautas que passam mais tempo no Facebook tendem a ser mais tristes do que os outros. Isso porque, ao verem fotos de passeios, viagens, compras etc. dos contatos, sentem uma pontada de inveja que os faz ver a vida do próximo como mais interessante.

Essa é a constatação de um estudo realizado pelo Departamento de Ciência Comportamental da Universidade de Utah, nos Estados Unidos. A pesquisa foi batizada de “They Are Happier and Having Better Lives than I Am”: The Impact of Using Facebook on Perceptions of Others’ Lives (algo como “eles são mais felizes que eu e têm uma vida melhor: o impacto do uso do Facebook na percepção de outras vidas”).

Hui-Tzu Grace Chou e Nicholas Edge, que comandaram a pesquisa, contataram 425 estudantes e perceberam que a ideia da maioria é: os posts alheios mostram que os outros fazem coisas mais interessantes, por isso eles são mais felizes.

Essa percepção aumenta junto com a quantidade de “amigos” mantidos no Facebook – principalmente em relação àqueles que a pessoa sequer conhece pessoalmente. Além disso, quem passa mais tempo na rede social acaba vendo mais atualizações “felizes”, então fica ainda mais triste.

Uma das conclusões do estudo é que quanto mais tempo fora da rede de Mark Zuckerberg, mais feliz é a pessoa, até porque ela tem possibilidade de, depois, publicar fotos e vídeos de passeios que efetivamente teve – e, assim, deixar os outros infelizes.

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