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	<title>Marketing Online &#124; blog do Fred Pacheco &#187; internet</title>
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	<description>um blog sobre marketing online que apresenta casos, estudos, métricas e tendências</description>
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		<title>Tweeta isso: agências americanas tem 28% das receitas provenientes do digital</title>
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		<pubDate>Mon, 02 May 2011 14:10:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fred Pacheco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Twitta isso!Serviços digitais representaram cerca de US $ 8,5 bilhões (28%) dos US $ 30,4 bilhões em 2010 o faturamento nos EUA gerados pela publicidade e mais de 900 agências de marketing de serviços. Parte digital da receitas agência aumentou 25,8% em 2009. Em termos de dólar, a receita das agências digitais saltou 16,9% em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="post-twitter" ><a href="http://twitter.com/home?status=Li%20e%20gostei%3A%20%20%22Tweeta%20isso%3A%20ag%C3%AAncias%20americanas%20tem%2028%25%20das%20receitas%20provenientes%20do%20digital%22%20http%3A%2F%2Fbit.ly%2FiXQg0x" title="Twitta isso!" >Twitta isso!</a></span><p>Serviços digitais representaram cerca de US $ 8,5 bilhões (28%) dos US $ 30,4 bilhões em 2010 o faturamento nos EUA gerados pela publicidade e mais de 900 agências de marketing de serviços. Parte digital da receitas agência aumentou 25,8% em 2009. Em termos de dólar, a receita das agências digitais saltou 16,9% em 2010.</p>
<p>Para ser exato, seis em cada 10 dólares digital &#8211; ou 5,1 bilhões dólares &#8211; no ano passado foi para agências especializadas em digital, como Publicis Groupe Digitas e Sapient Corp &#8217;s SapientNitro.</p>
<p>A segunda maior parcela &#8211; US$ 2 bilhões &#8211; foi para as agências, cujo core business é o marketing direto ou de relacionamento com clientes. Ad Age estimativas agências direct-marketing/CRM gerados 42% dos EUA receitas de serviços digitais em 2010. (Blur Distinções entre as agências digitais, tais como a Digitas, que começou em 1980, direto da loja Bronner Slosberg Humphrey, e direto / CRM potências como a rede da WPP Wunderman, que acumulou a força do banco no fundo digital)</p>
<p>A parte restante da receita &#8211; cerca de US $ 1,4 bilhões &#8211; foi espalhada em todas as agências focada em disciplinas, incluindo publicidade, promoção de saúde e relações públicas.</p>
<p>Não surpreendentemente, a divisão tende a favorecer um foco pesado digital. Pereira &#038; O&#8217;Dell, uma agência de  San Francisco com 3 anos de operação, gerou 55% das receitas no ano passado do digital.</p>
<p>Mas titãs agência estão muito na mistura. Leo Burnett Worldwide / Arc, um anúncio da Publicis / agência de marketing de serviços, orgulha-se ele tem &#8220;mais especialistas digital (325 em apenas os EUA) do que a maioria autônomo agências digitais.&#8221;</p>
<p>No McGarryBowen, uma agência de publicidade de propriedade da Dentsu Inc., digital representou cerca de 24% da receita de 2010, ante 20% em 2009.</p>
<p>Huntsworth Saúde, uma rede de agências de saúde de propriedade da empresa britânica Huntsworth, gerou 23% do seu faturamento nos EUA a partir de 2010 digital, acima de 15% em 2009.</p>
<p>Carlson Marketing, uma gestão de fidelização e marketing de serviços detida pelo Groupe Aeroplan, no ano passado gerou cerca de um terço das receitas dos EUA de digital, acima de 25% em 2009.</p>
<p>Agências de relações públicas tem se movido agressivamente em mídias sociais, agarrando mais dólares digital. Edelman, a maior do mundo, agência de relações públicas, disse que sua receita digital duplicaram em 2010, a empresa gerou 12% dos EUA receitas de serviços digitais.</p>
<p>Ad Age DataCenter chegou a esta estimativa para o digital de parte da receita total 2.010 agências nos EUA &#8211; 28% &#8211; através de uma análise de baixo para cima das agências com base em informações de mais de 1.000 agências, redes de agências e empresas de agência. A figura, como acontece, faixas com reivindicações global de dois gigantes da agência: WPP e Publicis disse digitais representaram 29% e 28%, respectivamente, das suas receitas 2010 em todo o mundo.</p>
<p>Wall Street coloca um prêmio sobre todas as coisas digitais. Mas, dois grupos de agências &#8211;  Omnicom e Interpublic  &#8211; recusaram-se a divulgar uma porcentagem específica para o digital, argumentando que o digital é muito integrado na sua oferta a ser analisado fora.</p>
<p>Omnicom presidente-CEO John Wren chegou ao cerne da questão em uma conferência com analistas de ações em outubro passado: &#8220;Basicamente, eu acredito que qualquer coisa que não é digital em breve será digital ou logo ser muito, muito importante.&#8221;</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fmarketingonline.pacheco.inf.br%2F2011%2F05%2Ftweeta-isso-agencias-americanas-tem-28-das-receitas-provenientes-do-digital%2F&amp;title=Tweeta%20isso%3A%20ag%C3%AAncias%20americanas%20tem%2028%25%20das%20receitas%20provenientes%20do%20digital" id="wpa2a_2"><img src="http://marketingonline.pacheco.inf.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Onde as empresas mais erram na mídia social</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jan 2011 13:55:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fred Pacheco</dc:creator>
				<category><![CDATA[inteligência]]></category>
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		<description><![CDATA[Twitta isso!
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			<content:encoded><![CDATA[<span class="post-twitter" ><a href="http://twitter.com/home?status=Li%20e%20gostei%3A%20%20%22Onde%20as%20empresas%20mais%20erram%20na%20m%C3%ADdia%20social%22%20http%3A%2F%2Fbit.ly%2FgiYGSN" title="Twitta isso!" >Twitta isso!</a></span><p><img class="alignnone" src="http://www.hsm.com.br/sites/default/files/imce_arquivos/Onde_as_empresas_erram.JPG" alt="" width="740" height="2800" /></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fmarketingonline.pacheco.inf.br%2F2011%2F01%2Fonde-as-empresas-mais-erram-na-midia-social%2F&amp;title=Onde%20as%20empresas%20mais%20erram%20na%20m%C3%ADdia%20social" id="wpa2a_4"><img src="http://marketingonline.pacheco.inf.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Mídia online é novamente a que mais cresce</title>
		<link>http://marketingonline.pacheco.inf.br/2009/10/midia-online-e-novamente-a-que-mais-cresce/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 13:15:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fred Pacheco</dc:creator>
				<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[estatística]]></category>
		<category><![CDATA[intermeios]]></category>

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		<description><![CDATA[Twitta isso!O Inter-Meios realizou em setembro deste ano,  um levantamento sobre a publicidade na internet. Segundo dados do relatório, os investimentos em anúncios online no Brasil cresceram 22,8% no primeiro semestre.
O estudo também apontou que a web foi o canal midiático que apresentou maior crescimento em faturamento publicitário neste ano e que os números positivos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="post-twitter" ><a href="http://twitter.com/home?status=Li%20e%20gostei%3A%20%20%22M%C3%ADdia%20online%20%C3%A9%20novamente%20a%20que%20mais%20cresce%22%20http%3A%2F%2Fbit.ly%2F6hAdn1" title="Twitta isso!" >Twitta isso!</a></span><p>O Inter-Meios realizou em setembro deste ano,  um levantamento sobre a publicidade na internet. Segundo dados do relatório, os investimentos em anúncios online no Brasil cresceram 22,8% no primeiro semestre.</p>
<p>O estudo também apontou que a web foi o canal midiático que apresentou maior crescimento em faturamento publicitário neste ano e que os números positivos são resultado do aumento de internautas brasileiros e da popularização da rede entre as classes C e D.</p>
<p>De acordo com dados do Ibope, o número de brasileiros navegando pela web chegou a  64,8 milhões em junho, registrando 4% a mais do que o mesmo período do ano passado.</p>
<p style="text-align: right;"><em>fonte: AdNews</em></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fmarketingonline.pacheco.inf.br%2F2009%2F10%2Fmidia-online-e-novamente-a-que-mais-cresce%2F&amp;title=M%C3%ADdia%20online%20%C3%A9%20novamente%20a%20que%20mais%20cresce" id="wpa2a_6"><img src="http://marketingonline.pacheco.inf.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Vídeos Online &#8211; nova forma de mídia</title>
		<link>http://marketingonline.pacheco.inf.br/2008/11/videos-online-nova-forma-de-midia/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 10:32:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fred Pacheco</dc:creator>
				<category><![CDATA[internet]]></category>
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		<description><![CDATA[Twitta isso!Não, não vou escrever sobre vídeos. Na verdade, resolvi produzir um!
Assita abaixo, em dez minutos, com telas e demonstrações, minha rápida visão sobre esta nova mídia que aumenta o controle na mão do consumidor.
principais referências:
 www.youtube.com
 www.hulu.com
terratv.terra.com.br
www.survivetheoutbreak.com 

Espero que tenha gostado deste novo formato.
Deixe um comentário pf para eu saber se faço mais vídeos ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="post-twitter" ><a href="http://twitter.com/home?status=Li%20e%20gostei%3A%20%20%22V%C3%ADdeos%20Online%20-%20nova%20forma%20de%20m%C3%ADdia%22%20http%3A%2F%2Fbit.ly%2F80cx00" title="Twitta isso!" >Twitta isso!</a></span><p>Não, não vou escrever sobre vídeos. Na verdade, resolvi produzir um!</p>
<p>Assita abaixo, em dez minutos, com telas e demonstrações, minha rápida visão sobre esta nova mídia que aumenta o controle na mão do consumidor.</p>
<p><em>principais referências:<br />
</em><a href="http://www.youtube.com" target="_blank"> www.youtube.com</a><br />
<a href="http://www.hulu.com" target="_blank"> www.hulu.com</a><br />
<a href="http://terratv.terra.com.br/" target="_blank">terratv.terra.com.br<br />
</a><a href="http://www.survivetheoutbreak.com/" target="_blank">www.survivetheoutbreak.com</a> </p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/t_NZqu5Eas4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/t_NZqu5Eas4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Espero que tenha gostado deste novo formato.<br />
Deixe um comentário pf para eu saber se faço mais vídeos ou se volto sempre ao post tradicional.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fmarketingonline.pacheco.inf.br%2F2008%2F11%2Fvideos-online-nova-forma-de-midia%2F&amp;title=V%C3%ADdeos%20Online%20%26%238211%3B%20nova%20forma%20de%20m%C3%ADdia" id="wpa2a_8"><img src="http://marketingonline.pacheco.inf.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Lançamento do Google Chrome</title>
		<link>http://marketingonline.pacheco.inf.br/2008/09/lancamento-do-google-chrome/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 02:20:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fred Pacheco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Twitta isso!Mais uma matéria em primeira mão no blog foi publicada na Folha de São Paulo!
&#8220;O Google lançou o Chrome, o navegador de internet que vai concorrer diretamente com o Internet Explorer, da Microsoft. A disputa já começou e o Google ganhou terreno no Brasil. Apenas na estréia, o Chrome já é o terceiro navegador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="post-twitter" ><a href="http://twitter.com/home?status=Li%20e%20gostei%3A%20%20%22Lan%C3%A7amento%20do%20Google%20Chrome%22%20http%3A%2F%2Fbit.ly%2F5ebTAh" title="Twitta isso!" >Twitta isso!</a></span><p>Mais uma matéria em primeira mão no blog foi publicada na Folha de São Paulo!</p>
<p><a href="http://marketingonline.pacheco.inf.br/wp-content/uploads/2008/09/folha-de-spaulo-04set08.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-139" title="folha-de-spaulo-04set08" src="http://marketingonline.pacheco.inf.br/wp-content/uploads/2008/09/folha-de-spaulo-04set08.jpg?w=240" alt="" width="240" height="300" /></a>&#8220;<span style="color:#333333;">O Google lançou o Chrome, o navegador de internet que vai concorrer diretamente com o Internet Explorer, da Microsoft. A disputa já começou e o Google ganhou terreno no Brasil. Apenas na estréia, o Chrome já é o terceiro navegador mais utilizado, conquistando 1,12% da preferência dos internautas brasileiros.<br />
O Chrome ultrapassou o Safari, da Apple, que agora detém 0,81% do mercado brasileiro, e o Opera, que tem 0,20%. O Internet Explorer é líder, com 87,88%, seguido do Firefox, da Mozilla, com 9,98%.<br />
É o que revela um levantamento que será divulgado hoje pela Predicta, empresa que monitora praticamente todos os acessos na internet brasileira.<br />
Ao contrário do Internet Explorer, o Chrome utiliza uma plataforma de programação aberta.</span>&#8221;</p>
<p><a title="Noticia completa sobre o Chrome" href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;client=firefox-a&amp;rls=org.mozilla%3Apt-BR%3Aofficial&amp;hs=eO6&amp;q=chrome%2Bpredicta%2Bfred&amp;btnG=Pesquisar&amp;meta=cr%3DcountryBR" target="_blank">Vejam mais detalhes sobre estes dados.</a></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fmarketingonline.pacheco.inf.br%2F2008%2F09%2Flancamento-do-google-chrome%2F&amp;title=Lan%C3%A7amento%20do%20Google%20Chrome" id="wpa2a_10"><img src="http://marketingonline.pacheco.inf.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Fim do monopólio entre os navegadores</title>
		<link>http://marketingonline.pacheco.inf.br/2008/09/fim-do-monopolio-entre-os-navegadores/</link>
		<comments>http://marketingonline.pacheco.inf.br/2008/09/fim-do-monopolio-entre-os-navegadores/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 23:48:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fred Pacheco</dc:creator>
				<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[navegadores]]></category>

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		<description><![CDATA[Twitta isso!O monopólio da Microsoft no segmento de navegadores pode estar chegando ao fim. Seu principal concorrente, o Firefox continua crescendo mês a mês e a entrada do Google nessa briga deve acelerar esse processo.

Enquanto a utilização do Mozilla saltou de 6% em janeiro para 8,5% em agosto, o Internet Explorer acumula esse ano uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="post-twitter" ><a href="http://twitter.com/home?status=Li%20e%20gostei%3A%20%20%22Fim%20do%20monop%C3%B3lio%20entre%20os%20navegadores%22%20http%3A%2F%2Fbit.ly%2F5I7ULp" title="Twitta isso!" >Twitta isso!</a></span><p class="MsoNormal"><span>O monopólio da Microsoft no segmento de navegadores pode estar chegando ao fim. Seu principal concorrente, o Firefox continua crescendo mês a mês e a entrada do Google nessa briga deve acelerar esse processo.</span></p>
<p><img class="alignright size-thumbnail wp-image-135" src="http://marketingonline.pacheco.inf.br/wp-content/uploads/2008/09/chrome.jpg?w=117" alt="" width="117" height="96" /></p>
<p class="MsoNormal"><span>Enquanto a utilização do Mozilla saltou de 6% em janeiro para 8,5% em agosto, o Internet Explorer acumula esse ano uma queda de 2.61 pontos percentuais, segundo dados apurados pela Predicta, </span><span>consultoria </span><span>especializada na análise do comportamento de navegação dos internautas brasileiros. Adicionalmente, hoje o Google lançou a primeira (e ótima) versão do seu navegador: o Google Chrome.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Segundo Fred Pacheco, gerente de Business Intelligence da consultoria, outros negócios da Microsoft podem ser afetados. “Essa queda tem impacto direto no multimilionário mercado de buscadores, já que o padrão do IE é o Live Search da Microsoft, contra o Firefox e o Chrome, que usam o Google.” afirma o executivo. “Considerando o poder de penetração do Google no mundo online, o cenário desse mercado promete mudar radicalmente nos próximos meses”, complementa Fred.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Até julho apenas 34% dos usuários de Firefox utilizavam a versão 3.0, no mês de agosto esse número saltou para 44%. Enquanto isso, a Microsoft promete a nova versão do IE para o final do ano. A Apple correndo por fora também vem conquistando mercado no Brasil, passando de 0,56% em janeiro para 0,88% em agosto, com acessos pelo Safari.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Para se chegar a esse resultado a equipe de inteligência da Predicta, que foi considerada pela WAA (Web Analytics Association) a melhor consultoria de Web Analytics das Américas, analisou todos os dados gerados pelo Predicta Atmosphere, ferramenta de observa o comportamento de navegação usuários de internet por meio de métricas de audiência e que consegue identificar o sistema operacional pelo qual o visitante está acessando os sites dos clientes da Predicta. “<span>Se considerarmos um período de 30 dias, podemos dizer que mais de 98% dos internautas brasileiros foram expostos a uma das ferramentas da Predicta.</span>”, finaliza o executivo.</span></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fmarketingonline.pacheco.inf.br%2F2008%2F09%2Ffim-do-monopolio-entre-os-navegadores%2F&amp;title=Fim%20do%20monop%C3%B3lio%20entre%20os%20navegadores" id="wpa2a_12"><img src="http://marketingonline.pacheco.inf.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O fim da era dos cliques</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Aug 2008 22:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fred Pacheco</dc:creator>
				<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[métricas]]></category>

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		<description><![CDATA[Twitta isso!
Vamos tirar os botões do mouse? Ainda não&#8230; Mas, em breve deveremos tirá-los do planejamento e das métricas de campanhas online.
O antigo e ultrapassado % CTR (taxa de cliques) mede apenas quantas vezes um peça foi clicada a cada cem exibições. Mas, não mostra se este usuário realmente chegou ao website, esperou o mesmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="post-twitter" ><a href="http://twitter.com/home?status=Li%20e%20gostei%3A%20%20%22O%20fim%20da%20era%20dos%20cliques%22%20http%3A%2F%2Fbit.ly%2F6zfzO9" title="Twitta isso!" >Twitta isso!</a></span><div class="separator" style="clear:both;text-align:center;"><a href="http://2.bp.blogspot.com/_OkSVR9G_B30/SKjfvVni9GI/AAAAAAAABpU/sbJlUNiWbpI/s1600-h/iphone0014.jpg"><img class="alignright" style="border:0 none;" src="http://2.bp.blogspot.com/_OkSVR9G_B30/SKjfvVni9GI/AAAAAAAABpU/dVkT08HD3co/s200-R/iphone0014.jpg" border="0" alt="" width="160" height="112" /></a></div>
<p>Vamos tirar os botões do mouse? Ainda não&#8230; Mas, em breve deveremos tirá-los do planejamento e das métricas de campanhas online.</p>
<p>O antigo e ultrapassado % CTR (taxa de cliques) mede apenas quantas vezes um peça foi clicada a cada cem exibições. Mas, não mostra se este usuário realmente chegou ao website, esperou o mesmo carregar, navegou no conteúdo ou, o mais importante, realizou uma compra ou conversão.</p>
<p>As empresas precisam saber mais! Precisam saber a eficiência da campanha até sua ponta final, para acompanhar os diferentes indicadores: custo de impressão da peça, custo por usuário impactado, custo por visita no site e custo de aquisição de um cliente, entre outros.<br />
Qual é o mais importante? Depende do objetivo de cada campanha.</p>
<p>Se uma campanha tem objetivo institucional ou de comunicação de uma mensagem simples, novos formatos de publicidade interativa já podem fazer todo o trabalho de comunicação da campanha, sem necessitar de cliques ou visitas a <em>websites</em>. E, neste caso, o mais importante é medir quantas interações ocorreram com a peça. Tecnologias como <em>widgets </em>podem inclusive realizar operações no próprio ambiente do Portal, como encontrar a loja física mais próxima do trabalho.</p>
<p>O CTR ainda tem seu valor para demonstrar o interesse em uma determinada peça ou linha criativa, mas deve ser visto com ressalvas, pois fica fácil aumentar o índice de cliques colocando um mulher nua no banner; mas, o que o cliente encontrará após o clique? Cumprirá a promessa criada na mente do usuário? Será um conteúdo ou produto relevante a mensagem do banner, de forma a gerar consumo?</p>
<p>Adicionalmente, estamos na era do pouco tempo e falta de paciência. Assim, o ideal é já oferecer ao usuário o conteúdo que ele necessita na apresentação da peça! Poupe o tempo do usuário, ofereça uma mensagem direta e muito alinhada ao conteúdo que ele encontrará após o clique. Aproveite o momento que o usuário está interagindo, ainda que fora do seu site, em um Portal por exemplo, para comunicar o que é necessário.</p>
<div class="separator" style="clear:both;text-align:center;"><a href="http://3.bp.blogspot.com/_OkSVR9G_B30/SKjOyVNnDZI/AAAAAAAABpE/bzXVP_Ii5Cw/s1600-h/IG-FORD.gif"><img class="alignleft" style="border:0 none;" src="http://3.bp.blogspot.com/_OkSVR9G_B30/SKjOyVNnDZI/AAAAAAAABpE/cexafEfze1o/s200-R/IG-FORD.gif" border="0" alt="" width="200" height="160" /></a></div>
<p>Novos formatos de <em>richmedia</em> ajudam bastante neste aspecto, possibilitando convidar o usuário a uma interação com pouco espaço ocupado e quando demonstra seu interesse a peça entregará a informação relevante. Por exemplo, uma oferta de consórcio da Ford que permita ao cliente interagir definindo até quando pode esperar pelo carro, para visualizar as informações personalizadas a esta decisão. Se continuar interessado, aí poderá clicar e ser direcionado para a contratação em uma página específica para os parâmetros selecionados pelo visitante.</p>
<p>No futuro, é possível que se reduza também a importância do clique dentro do site visitado. Hoje ainda se considera muito o número de páginas por visita ou o número de cliques. Mas, isto é realmente relevante? Não é mais interessante medir a efetiva interação do usuário com os conteúdos? Por exemplo, páginas de vídeo onde não basta saber se o cliente chegou, mas se este interagiu assistindo o vídeo até o fim ou pasando-o ou pulando-o ou maximizando-o.</p>
<p>O mesmo vale para outros conteúdo. Veja um excelente conteúdo experimental de site que interage inteiramente sem cliques &#8211; o projeto <strong><a href="http://www.dontclick.it/">DON&#8217;T CLICK IT</a></strong>. Esta é na verdade a forma natural das pessoas; não viemos com botões nas pontas dos dedos, estamos acostumados a interagir tocando ou arrastando. É melhor já ter o resultado da interação sem precisar clicar e aguardar &#8211; fazer o usuário clicar é cada vez mais difícil; estamos desconfiados.</p>
<p>Esta é a razão pela qual o iPhone faz tanto sucesso: interage através dos toques dos dedos com gestos como arrastar, ao invés de clicar em uma seta para o lado.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fmarketingonline.pacheco.inf.br%2F2008%2F08%2Fo-fim-da-era-dos-cliques%2F&amp;title=O%20fim%20da%20era%20dos%20cliques" id="wpa2a_14"><img src="http://marketingonline.pacheco.inf.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Quer navegar quanto?</title>
		<link>http://marketingonline.pacheco.inf.br/2008/07/quer-navegar-quanto/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 17:27:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fred Pacheco</dc:creator>
				<category><![CDATA[dados]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[estatística]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Twitta isso!Não é novidade que a Classe C ganha corpo na Internet brasileira e já se apresenta como boa oportunidade (vide campanhas online até de Casas Bahia). Mas, o Terra publicou uma recente pesquisa no Estadão mostrando que em algumas regiões isso não é uma tendência, é uma realidade!No entanto é importante lembrar que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="post-twitter" ><a href="http://twitter.com/home?status=Li%20e%20gostei%3A%20%20%22Quer%20navegar%20quanto%3F%22%20http%3A%2F%2Fbit.ly%2F59gXQX" title="Twitta isso!" >Twitta isso!</a></span><div style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:x-small;">Não é novidade que a Classe C ganha corpo na Internet brasileira e já se apresenta como boa oportunidade (vide campanhas online até de Casas Bahia). Mas, o Terra publicou uma recente pesquisa no Estadão mostrando que </span><span style="font-size:x-small;">em algumas regiões </span><span style="font-size:x-small;">isso não é uma tendência, é uma realidade!<span class="not" style="font-size:x-small;">No entanto é importante lembrar que a pesquisa foi feita apenas em três regiões metropolitanas do Brasil (</span><span class="not" style="font-size:x-small;">São Paulo, Recife e Porto Alegre</span><span class="not" style="font-size:x-small;">), portanto não deve ser considerada com retrato da realidade de todo o país.<br />
</span><span style="font-size:x-small;"><br />
<em>Highlights:</em><br />
</span></p>
<p></span></div>
<ul style="font-family:arial,sans-serif;">
<li><span class="not" style="font-size:x-small;">49,4% dos jovens da classe C das três capitais possuem acesso à rede mundial em casa</span></li>
<li><span class="not" style="font-size:x-small;">não existem diferenças significativas entre classes, para o consumo de conteúdo, entretenimento e redes sociais<br />
</span></li>
<li><span class="not" style="font-size:x-small;">77,2% dos jovens de classe C com internet residencial têm acesso de banda larga (+100 kbps)<br />
</span></li>
<li><span class="not" style="font-size:x-small;">a pesquisa apontou um temor maior da classe C em usar o cartão de crédito na internet do que nos consumidores de maior renda</span></li>
<li><span class="not" style="font-size:x-small;">o jovem de classe C acessa bastante a internet para fazer pesquisa de preços (</span><span class="not" style="font-size:x-small;">49,2%)</span></li>
</ul>
<p><span style="font-size:x-small;"><em><a href="http://www.estado.com.br/editorias/2008/06/29/eco-1.93.4.20080629.27.1.xml">Clique aqui para ver a matéria completa.</a></em><br />
</span></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fmarketingonline.pacheco.inf.br%2F2008%2F07%2Fquer-navegar-quanto%2F&amp;title=Quer%20navegar%20quanto%3F" id="wpa2a_16"><img src="http://marketingonline.pacheco.inf.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Google, amigo ou inimigo?</title>
		<link>http://marketingonline.pacheco.inf.br/2008/06/google-amigo-ou-inimigo/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Jun 2008 18:03:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fred Pacheco</dc:creator>
				<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[aquisições]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[monopólio]]></category>

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		<description><![CDATA[Twitta isso!Ao assistir na última semana a transmissão de algumas palestras da Reuters Technology &#38; Media Summit, pude observar novamente o temor de empresas em relação ao domínio econômico e de presença do Google no mundo de negócios.
A novidade desta vez foi observar receio em empresas tipicamente do mercado tradicional (não online), como a Nokia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span class="post-twitter" ><a href="http://twitter.com/home?status=Li%20e%20gostei%3A%20%20%22Google%2C%20amigo%20ou%20inimigo%3F%22%20http%3A%2F%2Fbit.ly%2F62gD5h" title="Twitta isso!" >Twitta isso!</a></span><p>Ao assistir na última semana a transmissão de algumas palestras da <a href="http://blogs.reuters.com/summits/category/tech-media-telecoms-07/">Reuters Technology &amp; Media Summit</a>, pude observar novamente o temor de empresas em relação ao domínio econômico e de presença do Google no mundo de negócios.</p>
<p>A novidade desta vez foi observar receio em empresas tipicamente do mercado tradicional (não online), como a Nokia Siemmens Networks e o grupo WPP de Publicidade – que cunhou para o Google o termo “frenemy” (friend+enemy).</p>
<p>É pertinente o receio? Depois de no início imaginar se tratar de um exagero, comecei a pensar na minha vida hoje e os contatos com o Google – quase o tempo todo.</p>
<p><a href="http://www.google.com/intl/en_ALL/images/logo.gif"><img style="float:right;width:200px;cursor:pointer;margin:0 0 10px 10px;" src="http://www.google.com/intl/en_ALL/images/logo.gif" border="0" alt="" /></a>Quando vou para qualquer lugar novo, utilizo o Google Maps; a qualquer momento, acesso meu e-mail pelo smartphone, através do Gmail; se preciso acessar algum site novo nem tento a URL, busco logo no Google Search; se em uma mesa de almoço fala-se sobre uma cena de filme, em poucos segundos o telefone 3G a exibe pelo YouTube.</p>
<p>Isso traz mudanças em mercados improváveis como o de logística de entregas (com rotas do Google Maps), o de clipping de notícias (com o iGoogle) ou o de editoras e livrarias (com o Book Search). Isso sem contar as iniciativas que ainda não se sabe até onde irão, como o Google Health, e a plataforma de telefones celulares Android. Será que laboratórios, médicos e fabricantes de celulares não devem se preocupar?</p>
<p>Relatórios da Predicta – líder de mercado em operação de publicidade on-line no Brasil – dão conta que 91% das busca orgânicas (não patrocinadas) que levam a grandes portais têm origem no Google. Observo ainda, em conversas com grandes anunciantes da web, que estes costumam direcionar entre 75% e 85% de sua verba de links pagos para o Google.</p>
<p>O que significa esta onipresença do Google para a publicidade? Esta é a pergunta de um milhão de dólares… Ao mesmo tempo que um eventual monopólio preocupa, é inegável o favor que a empresa presta a este mercado, criando novos pontos de contato com públicos qualificados em situações antes não imaginadas – dirigindo o carro, durante o almoço, no bar, lendo e-mails, etc.</p>
<p>Momentos adequados, nos quais uma marca pode fazer-se presente para os possíveis consumidores, de acordo com a relevância para eles.</p>
<p>Como profissional de inteligência em mídia on-line, ofereço louros ao Google por ter criado estes novos canais; sim criado, pois não foi uma simples substituição de empresas existentes, foi através da inovação e competência. Fico feliz por termos estes novos espaços no inventário publicitário, ainda que receoso de um dia ficar na mão de um só veículo forte.</p>
<p>E você? Também tem medo do “Google-mau”?</p>
<p><span style="font-size:85%;"><a href="http://labs.google.com/">conheça os produtos ainda não lançados:</a></span><a href="http://labs.google.com/"><img style="display:block;width:75px;cursor:pointer;height:29px;text-align:center;margin:0 auto 10px;" src="http://labs.google.com/images/labs_logo2.gif" border="0" alt="" /></a><a href="http://labs.google.com/"><br />
</a></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fmarketingonline.pacheco.inf.br%2F2008%2F06%2Fgoogle-amigo-ou-inimigo%2F&amp;title=Google%2C%20amigo%20ou%20inimigo%3F" id="wpa2a_18"><img src="http://marketingonline.pacheco.inf.br/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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