Para que ficamos no Facebook mesmo?

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Internautas que passam mais tempo no Facebook tendem a ser mais tristes do que os outros. Isso porque, ao verem fotos de passeios, viagens, compras etc. dos contatos, sentem uma pontada de inveja que os faz ver a vida do próximo como mais interessante.

Essa é a constatação de um estudo realizado pelo Departamento de Ciência Comportamental da Universidade de Utah, nos Estados Unidos. A pesquisa foi batizada de “They Are Happier and Having Better Lives than I Am”: The Impact of Using Facebook on Perceptions of Others’ Lives (algo como “eles são mais felizes que eu e têm uma vida melhor: o impacto do uso do Facebook na percepção de outras vidas”).

Hui-Tzu Grace Chou e Nicholas Edge, que comandaram a pesquisa, contataram 425 estudantes e perceberam que a ideia da maioria é: os posts alheios mostram que os outros fazem coisas mais interessantes, por isso eles são mais felizes.

Essa percepção aumenta junto com a quantidade de “amigos” mantidos no Facebook – principalmente em relação àqueles que a pessoa sequer conhece pessoalmente. Além disso, quem passa mais tempo na rede social acaba vendo mais atualizações “felizes”, então fica ainda mais triste.

Uma das conclusões do estudo é que quanto mais tempo fora da rede de Mark Zuckerberg, mais feliz é a pessoa, até porque ela tem possibilidade de, depois, publicar fotos e vídeos de passeios que efetivamente teve – e, assim, deixar os outros infelizes.

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Criatividade em mídia é isso aí!

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O Grupo Four Midia criou um novo espaço para as marcas: a sacola biodegradável. Diante da proibição das sacolas plásticas, comuns no comércio varejista, a empresa transformou a restrição em uma oportunidade de mídia para que as empresas tenham um novo canal com seus consumidores.

A partir do dia 25 de janeiro os comerciantes e grandes redes de supermercados passarão a utilizar sacolas biodegradáveis e pretendem cobrar do consumidor o valor de custo da embalagem, que gira na faixa de R$ 0,19 a R$ 0,21 a unidade. Uma solução ecologicamente correta, porém lucrativa para o comerciante e sentida apenas no bolso do consumidor final.

Diante desta situação, o Grupo Four Midia desenvolveu uma sacola biodegradável que inicia o processo de decomposição a partir do 6º mês – as sacolas de plástico demoram 400 anos – e que atende a todos os certificados e normas técnicas de sustentabilidade para oferecer às empresas a impressão de suas marcas em troca do custo que seria cobrado dos consumidores.

O grupo já fechou duas ações com mais de 300 mil sacolas biodegradáveis que serão distribuídas em bairros da periferia de São Paulo na semana em que a proibição das sacolas plásticas entra em vigor.

“O consumidor está reclamando que terá que pagar pela sacola biodegradável e quando chegarem a um estabelecimento e souberem que determinada marca arcou com o custo, certamente o deixará contente e grato pela economia”, diz o diretor do Grupo Four Midia, Meyer Nigri.

As mídias foram projetadas em parceria com a empresa Eco Ventures do Brasil, que atua desenvolvendo e produzindo soluções para o mercado sustentável.

by adNews

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