Inicie as conversas (ou irá finalizá-las)

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A guy walks into a shop that sells ties. He’s opened the conversation by walking in.

Salesman says, “can I help you?”

The conversation is now closed. The prospect can politely say, “no thanks, just looking.”

Consider the alternative: “That’s a [insert adjective here] tie you’re wearing, sir. Where did you buy it?”

Conversation is now open. Attention has been paid, a rapport can be built. They can talk about ties. And good taste.

Or consider a patron at a fancy restaurant. He was served an old piece of fish, something hardly worth the place’s reputation. On the way out, he says to the chef,

“It must be hard to get great fish on Mondays. I’m afraid the filet I was served had turned.”

If the chef says, “I’m sorry you didn’t enjoy your meal…” then the conversation is over. The patron has been rebuffed, the feedback considered merely whining and a matter of personal perspective.

What if the chef said instead, “what kind of fish was it?” What if the chef invited the patron back into the kitchen to take a look at the process and was asked for feedback?

Open conversations generate loyalty, sales and most of all, learning… for both sides.

 

Do excelente blog do Seth Godin.

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Frases do Guy Kawasaki

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Empresários deveriam se preocupar em fazer algo para mudar o mundo, e o sucesso financeiro certamente seria uma das consequências.

Inovar não é aprimorar. É preciso saltar para a próxima curva. Quando criamos o Macintosh, ele não era um Apple II melhorado. Ele estava num nível bem acima de tudo que existia no mercado até então.

As pessoas aceitarão as imperfeições de seu produto se ele for verdadeiramente inovador. Não fique esperando ter produto perfeito para só depois lançá-lo.

Clientes não podem lhe dizer como inovar. A criação de algo verdadeiramente novo só depende de você. A opinião dos clientes só pode servir para aprimorar o que já existe.

Se alguém lhe diz que você vai fracassar, isso não significa que você vai vencer. No entanto, se você desanimar e nem mesmo tentar levar sua ideia adiante, aí sim certamente você estará fracassado.

Grandes marcas e produtos polarizam as pessoas. É natural que algumas pessoas amem seu produto e outras odeiem. A tentativa de criar produtos que agradem a todos acaba morrendo na mediocridade.

Missões são longas demais e pouca gente realmente dá importância a elas. Sugiro substituir a missão da empresa por um mantra, de três ou quatro palavras. Algo bem curto, que explique a essência da empresa.

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Aprendendo a dizer “Não”!

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No, we don’t take clients like that.

No, that’s not part of what we offer.

No, that market is too hard for us to service properly.

No, I won’t bend on this principle.

No, I’m sorry, I won’t be able to have lunch with you.

No, that’s not good enough. Will you please do it again?

No, I’m not willing to lose my focus, and no, I’m not willing to compromise.

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Simples: publicidade funciona!

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Depois de muito tempo de resistência, principalmente para dar um tipo de exemplo de que publicidade online resolveria sem recorrer ao offline, o gigante das buscas se viu obrigado a dar o braço a torcer para a importância da eficácia e alcance rápido das mídias de massa como a TV.

O Google é a empresa que apresentou ao mundo os leilões de anúncios, nos quais o mercado determina o preço do espaço e os anunciantes pagam pelos resultados. Certa vez, Schmidt chegou a chamar a publicidade na TV de “O último bastião de gastos descontrolados do mundo corporativo americano”. Dois anos depois, os vídeos do Google (a empresa não os chamam de anúncios) estão aparecendo com mais frequência em programas de TV como “The Big Bang Theory,” “Futurama” e “The Voice.”

Até agora, ao todo, o Google inseriu 13 anúncios diferentes na TV no último ano – talvez o mais memorável seja o emocionante “It Gets Better”, de Dan Savage, lançado durante o programa “Glee”, na Fox. Para promover o navegador Chrome foi veiculado um comercial com Lady Gaga durante o programa “Saturday Night Live” (na noite em que a cantora se apresentou no programa) e no Billboard Music Awards, da ABC. Com a mesma finalidade, o “Projeto Johnny Cash” foi ao ar durante a transmissão de futebol americano de segunda-feira à noite, no oitavo aniversário da morte do artista.

O Google está desenvolvendo um estilo próprio, baseado na ideia de que produtos devem ser postos à prova no mercado. É uma filosofia compartilhada pelos fundadores da empresa, Larry Page e Sergei Brin, conhecidos por sua aversão ao marketing. No tocante à abordagem de storytelling, o Google não é muito diferente da Apple. Narra a história de como uma grande tecnologia afetou a vida de alguém, seja um romance que começa no Google, seja a maneira pela qual o Google Docs auxiliou um casal a abrir um restaurante.

De acordo com fontes externas, o Google está aumentando drasticamente os investimentos em marketing. Até agosto, havia gasto US$ 103 milhões em comerciais de TV, anúncios impressos e publicidade na internet este ano, quase o dobro dos US$ 53 milhões investidos em todo o ano de 2010, de acordo com a Kantar Media.

O local em que o Google mais se sente à vontade para brincar é o YouTube, no qual os vídeos produzidos pelo Google Creative Lab se destacam em relação aos dos outros anunciantes. Nos últimos doze meses, os vídeos da empresa foram vistos 67,4 milhões de vezes, de acordo com a Visible Measures. Tais números fazem do Google a terceira marca mais assistida do site, atrás da Old Spice (89,7 milhões) e da Volksvagen (81,8 milhões).

O resumo é que a gigante da web percebeu que sempre fizemos publicidade nos canais tradicionais por que estes funcionam. Não são melhores nem piores que os novos canais online, mas devem ser sim combinados para gerar um plano de comunicação eficiente e completo. Só fazer TV é burrice, mas não fazer TV também é loucura, abrindo espaço para seus correntes. Os públicos estão em diferente canais e devemos utilizá-los da melhor forma possível.

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Virando charge…

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Este ano recebi diversas homenagens que me alegraram!

Parece comigo?!

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Transmissão ao vivo do ad:tech New York 2011

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