Meu novo Facebook

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Já estou utilizando a nova timeline do Facebook e estou gostando muito:

É uma mudança muito radical para a rede social que domina o mundo…

No entanto, a usabilidade permanece intacta pois a navegação anterior continua existindo.

A única preocupação seria em relação a privacidade / exposição de conteúdos antigos.

Mas, por fim, acredito que após atrairem o ambiente oficial de todas as empresas, agora tornar-se-ão a página oficial de todas as pessoas. Pois, neste novo modelo substitui a necessidade de se ter um blog, um flicker, etc.

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Facebook altera botão ‘curtir’ e cria ‘Timeline’

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Mark Zuckerberg, criador do Facebook, anunciou ontem, 22, durante o evento “f8”, em San Francisco, diversas mudanças na rede social. Entre as alterações está um recurso chamado “Timeline“, a linha do tempo traz em uma única página tudo o que o usuário realiza no site (veja vídeo abaixo). Além disso, há uma mudança no botão “curtir“, onde o usuário pode publicar ações como “ler um livro” em vez de apenas “curtir um livro”. Uma parceria com o serviço de música Spotify e com o Netflix, para filmes, permitirá ouvir músicas e assistir a filmes, vendo em tempo real quais canções e filmes os amigos estão escutando ou assistindo no momento.

A fase de testes beta da “Timeline” começa nesta quinta-feira, 22, com o serviço sendo lançado oficialmente nas próximas semanas. Aplicativos de música, filmes e notícias serão liberados também nesta quinta-feira.

Conteúdo

O Facebook pretende disponibilizar em breve conteúdo para os mais de 750 milhões de usuário ativos. Zuckerberg disse que mais de uma dúzia de desenvolvedores trabalharam para produzir aplicativos que criarão uma ‘leitura social de notícias’. “Isso irá redesenhar a maneira como toda a ‘indústria de notícias’ funciona”, disse o criado do Facebook. Entre os parceiros da rede social estão o jornal “Washinton Post” e o blog especializado em tecnologia “Gizmodo”.

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Quatro dicas simples de Facebook

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O engajamento nos murais das marcas líderes caiu 22%. As empresas não estão pensando no longo prazo.

Muitos tendem a culpar o Facebook, porém é mais provável que os profissionais de marketing sejam os responsáveis pelo declínio. Audiências desrespeitosas com mau conteúdo, cupons, enquetes, desafios e material chato são maneiras de derrubar o engajamento no longo prazo, mesmo que no meio do caminho surjam campanhas com algum brilho.

Páginas locais aumentam em 36% o desempenho. Resultados globais são construídos por região, a cada tempo.

Maior não quer dizer melhor e programas regionais têm uma performance significativamente maior do que as globais. Isso não deveria surpreender. Conteúdo local relevante sempre se saiu melhor. Estatísticas revelam que as páginas locais no Facebook têm resultados 36% melhores do que as globais. O sucesso é gerado pelo empoderamento das organizações na esfera regional, com conteúdo local relevante, apoio da mídia local e uso de uma linguagem adequada ao target local.

Interaja com seus fãs de seis a sete vezes na semana, em momentos relevantes. Não fique distante, nem seja irritante.

Quando a marca conversa com os fãs, falar muito não quer dizer que seja bom. Muitas marcas respondem automaticamente, como se fossem robôs, entre 10, 15 e 20 vezes na semana. Quem segue essa prática apresenta declínio no engajamento. Interaja de seis a sete vezes na semana. Fale com objetividade e assegure que o conteúdo seja relevante. Se não tiver nada relevante a comentar, não fale nada.

Entender o valor de um fã no Facebook é muito simples. Não tente complicar isso.

O valor de um fã no Facebook é simplesmente o valor do público para uma companhia. Isso inclui a quantidade de dinheiro que os fãs gastam na rede, a propensão que eles têm de fazer recomendações, o alcance, a frequência e o impacto de suas influências sociais. O valor desses fãs deve ser apresentado de um modo que o CFO consiga compreender. Isso significa dar ênfase aos resultados que vão além de termos vagos como “sentimentos”. Ensine sua organização a tratar bem aos fãs da marca e abrace o poder que ele tem como a base da companhia. Rastreie seu progresso e entenda como o valor e a percepção da marca mudaram para o público.

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Android já é líder em seis países

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Android assumiu o primeiro lugar entre os sistemas operacionais para smartphones em seis países: Reino Unido, Alemanha, França, Estados Unidos, AustráliaJapão, informa a Kantar Worldpanel ComTech. 

No Reino Unido, por exemplo, o sistema da Google representa 44.9% das vendas. No ano passado as vendas eram de pouco mais de 9%.

O sistema que saiu perdendo nesta briga foi o Symbian, que em 2010 tinha 31% do mercado e hoje conta com 10.6% delas. 

“Não há dúvida que a Nokia perdeu um número significativo de consumidores ao longo do último ano. Ainda assim, muitos usuários parecem ser leais a marca, trocando de feature phones para smartphones da marca”, declara Dominic Sunnebo, diretor global da Kantar.

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Facebook ultrapassa Orkut em usuários no Brasil

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O Orkut perdeu seu reinado no Brasil. Segundo a revista Isto É Dinheiro, pela primeira vez o Facebook fechou um mês na frente da rede social do Google em número de usuários. A reportagem, que cita números do Ibope Nielsen Online ainda não divulgados, diz que o serviço de Mark Zuckerberg terminou agosto com 30 milhões de usuários no Brasil.

Para o Orkut, é o fim de uma liderança de mais de sete anos. Desde que foi lançado e se popularizou, em 2004, nunca foi ameaçado aqui no Brasil. Sempre foi usado por cerca de 70% dos internautas, de todas as faixas etárias.

O Facebook, hoje, é quase uma internet dentro da internet. É a maior rede social do mundo. Sua liderança foi conquistada país a país, derrubando as redes sociais líderes localmente. A Europa quase inteira é do Facebook. Países da África, da Oceania, do Oriente Médio. Todos adotaram a rede como a principal. A América inteira – do Sul, Central e do Norte – escolheu o Facebook. Quer dizer, até agora, menos o Brasil. E a Ásia, bem, essa continua com as redes locais, que são muito fortes por lá.

Para o Orkut, a perda da liderança no Brasil deixa um rastro de incertezas. O País era o único em que a rede social ainda era relevante. A Índia, outro país em que era historicamente líder,passou a preferir o Facebook em agosto do ano passado. Quando o Google lançou neste ano sua nova rede social, o Google+, fez questão de afirmar que o Orkut não iria acabar. Resta saber: quem vai usar?

 

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