Recapitulando cases de 2010 (parte 3)

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Brandchannel no Youtube – embora ainda seja algo muito legal – não é nenhuma novidade. No entanto, a loja britânica ‘The French Connection” conseguiu inovar de uma forma interessante. Criou um ambiante próximo ao transacional, criando uma boutique no seu canal, ou como chamaram uma “YouTique“.

Uma loja de roupa dentro do YouTube – com dicas de moda dentro de seu canal. Os vídeos (linkados de forma interativa) dão dicas de estilo usando peças da loja, permitindo o clique na peça desejada para comprá-la diretamente. Inúmeras opções de outras informações aparecem no vídeo e podem levar para outros vídeos relacionados às peças ou dicas que deseja.

O que realmente gostei neste ambiente de Brand Channel diferenciado foram dois elementos: a) a boa utilização do recurso de hiperlink dentre de vídeos do YouTube; b) o ambiente e o conteúdo dos vídeos são pensados e produzidos para entregarem relevância para os consumidores, com dicas de vestuário, serviços de consultoria em moda.

Este é o caminho que as marcas devem seguir: criar ambientes que entreguem valor aos seus consumidores; comunicação que preste um serviço real. Este é o caminho para provocar Brand Experience positiva e posicionar a marca na cabeça dos consumidores.

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Recapitulando cases de 2010 (parte 2)

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O segundo case do último ano que quero destacar se refere a facilitar o relacionamento de consumidores com a marca, utilizando tecnologias amigáveis para entregar um valor real a experiência..

Através de realidade aumentada + aplicativos do iPad + mídias sociais, a Macy’s de Nova York revolucionou a experiência de provar roupas. Clientes entram no provador equipado com espelho multi-touch de 72 polegadas levando um iPad, escolhem roupas do aplicativo e veem a sua imagem com a roupa no “espelho”.

Além da inovação e da interação modernosa, esta ação faz sentido para a marca pois otimiza a experiência, possibilitando as consumidoras provarem mais roupas no mesmo tempo, se verem dentro de um número maior de peças sem esforço, aumentando assim a possibilidade de compras de mais roupas – elevando o ticket médio e faturamento das lojas!

Para coroar a ação, a imagem ainda pode ser compartilhada nas redes sociais através de e-mails ou SMS diretamente do aplicativo, utilizando a pessoa e suas conexões pessoais para divulgar a marca e a ação, através dos modelitos que a consumidora mais gostou em si mesma…

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Recapitulando cases de 2010 (parte 1)

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Pelas próximas semanas, vou relembrar aqui no blog alguns dos cases mais interessantes e com mais repercussão no último ano. Vou começar pelo meu predileto, no qual a Coca-Cola trouxe os “símbolos” das redes sociais para seus significantes no mundo real.

 

O conceito foi muito simples: as pessoas se acostumaram a avaliar as coisas com like ou dislike (do Facebook) e desta forma automaticamente “avisar aos seus amigos”. Um projeto da Publicis e Israel para a Coca-Cola permitiu que as pessoas dessem “likes” em coisas do mundo real, que automaticamente eram atualizadas em seus perfis do Facebook. O “like” é dado através de uma pulserinha de RFID em um resort.

Além disso, o visitante podia utilizar sua pulseira (integrada ao seu perfil do Facebook) para pedir ao fotógrafo que tirasse fotos digitais suas no resort e isso automaticamente alimentava seus álbuns na rede social.

Muito mais legal do que esta utilização singular é observar esta tendência. Acredito fortemente de agora para frente as empresas irão mais e mais buscar formas de integrar o mundo real com os relacionamentos digitais, criados através das redes sociais – mais especificamente o Facebook. As marcas que melhor usarem estes feeds e conexões em suas lojas, eventos e qualquer ponto de contato com o consumidor terão mais sucesso.

O marketing e a publicidade do futuro passarão necessariamente pelo relacionamento das pessoas, pela confiança em pessoas reais, pela relevância dos comentários de pessoas referência. Mas, isso não quer dizer menos investimento, quer dizer investimento em novas ações e formas.

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Onde as empresas mais erram na mídia social



A bola da vez para 2011

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Queria começar o ano com o que considero mais importante em 2011 para as empresas e marcas: consciência social.

E não falo isso apenas porque acredito que as empresas devem isso a sociedade. Não apenas porque sei que é inteligente as marcas desenvolverem as sociedades e economias para ampliarem seus mercados consumidores e com isso seus lucros.

Falo também porque as marcas simplesmente precisam disso para continuarem com força de marca. Os consumidores estão, de forma crescente, cobrando este posicionamento das marcas. E quem sair na frente, ocupa o espaço.

 

O vídeo acima retrata esta situação de forma bem clara, com os resultados de uma pesquisa da Eldeman. Pense nisso na hora de definir os investimentos de marca deste ano.

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