Primeiras aparições do Chrome OS

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Esta semana, o Google[bb] divulgou um pouco mais de informações sobre seu sistema operacional – o Chrome OS. Sistema que deverá ser lançado no meio do próximo ano, com foco em leveza para rodar em Netbooks[bb], concorrendo diretamente com o Windows 7[bb].

Os conceitos apresentados seguem exatamente o que eu havia antecipado num post em julho. Basicamente, este sistema baseia-se todo no acesso a Internet[bb]. É quase como se o computador não tivesse um sistema operacional e rodasse diretamente o browser.

Este modelo traz algumas vantagens como menor necessidade de hardware, já que o processamento se dá nos servidor do outro lado da nuvem e o armazenamento idem. Assim, os computadores[bb] poderão ser mais baratos, sem necessidade de harddrives, grandes volumes de memória ou processadores cada vez mais velozes.

Veja também o conceito do produto.
Veja ainda uma palestra maior sobre o uso do Chrome OS.

Por outro lado, este princípio quase de retorno ao modelo de cliente-servidor dos antigos terminais de fósforo verde que não processavam nada sozinhos, deixa uma lacuna importante dos momentos em que não se está conectado a Internet. Ainda mais para equipamentos móveis, estes momentos são importantes – não se pode abrir mão de editar um documento numa lanchonete sem web, num hotel sem conexão, num sítio sem Internet ou no aeroporto sem ter senha da Vex.

Além disso, para profissionais da área comercial como eu, não é factível ficar sem o Keynote[bb] (ou Powerpoint[bb]) instalado para fazer apresentações com mais recursos e dinamismo. Bem como ter vídeos locais para apresentar cases. Claro que num cenário de web constante, poder-se-ia virar com Slideshare e Youtube, mas ainda não é prático o bastante. No entanto, estou ansioso para experimentar o Chrome OS – em uma segunda máquina.

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Murdoch bloqueará conteúdo da News Corp. no Google

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Rupert Murdoch, presidente da News Corporation que inclui grandes grupos de mídia como a Fox, pretende bloquear o conteúdo de seus jornais, entre eles o Wall Street Journal[bb] e o The Sun, dos resultados de buscas do Google. Com isso, o magnata tentará fazer os internautas pagarem pelo conteúdo informativo publicado na internet.

Além do buscador propriamente, Murdoch há meses está brigando com o Google, por causa do iGoogle que consolida as notícias em uma página única para o usuário – o que significa que os usuários podem ler todas as notícias de Murdoch e seus concorrentes, sem precisar visitar os respectivos sites e, portanto, sem visualizar nenhuma publicidade destes. O empresário já chamou a gigante de buscas de “cleptomaníaca” e “parasita”.

“Já fazemos isso com o Wall Street Journal. Temos uma barreira, mas não é total. Você pode, eventualmente, conseguir ler o primeiro parágrafo de uma notícia, mas se não é um assinante registrado e pagante, lerá apenas o primeiro parágrafo e verá um formulário para fazer sua assinatura[bb]“, afirmou Murdoch.

A empresa adotou uma estratégia para cobrar pelo acesso aos seus jornais online[bb]. Em agosto, o magnata disse que pode criar um consórcio para regular a cobrança por notícias veiculadas na internet. E vindo de Murdoch, qualquer ação deve ser levada a sério, pois o empresário costuma ser líder de tendências e tem força suficiente para isso.

Cases de sucesso do empresário no uso da Internet em seus negócios, incluem desde redes de conteúdos, jornais que abandonaram o formato físico e até programas como Os Simpsons[bb] cuja publicidade na Internet supera o valor da publicidade na rede Fox de TV.

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Fred Pacheco em números

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Achei ótima esta brincadeira que o Caboré está fazendo no seu site.

Fred em números

Basta entrar no site do prêmio e colocar sua área e tempo de carreira. Aproveite para votar na Fatima Rendeiro como profissional de mídia.

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Celulares com Android chegam ao Brasil

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O Brasil só receberá os seus primeiros celulares com a palaforma Android do Google[bb] nos próximos dias, praticamente um ano após o primeiro modelo chegar aos EUA. Mas, o lado bom desta espera é que já estamos recebendo a segunda e melhorada geração de aparelhos e software.

Há algumas semanas, estou esperimentando a convite dos respectivos fabricantes o Motorola Dext e o HTC Magic. Ambos desta nova geração, equipados com o Android Cupcake e customizados para melhor experiência com redes sociais. E todos sabem que eu era antes usuário do iPhone, o que complementa a análise.

Celulares Motorola

Para começar, a experiência com ambos é muito agradável. Surpreendentemente, eles parecem ainda mais simples de usar do que o iPhone. São muito gráficos, com touchscreen, interfaces bonitas e customizáveis. Além de contarem com acesso ao Market Place – repositório de programas para download para o Android, com grande variedade de jogos e aplicativos.

As principais vantagens do Motorola Dext são o teclado qwert deslizante e principalmente a arquitetura do MOTOBLUR que combina uma estrutura de servidores que sincronizam os dados, fazem backup de tudo, integram as redes sociais e usam uma compactação para acelerar o acesso aos dados e reduzir o consumo de banda. Oferece um portal pela web, onde é possível administrar tudo, inclusive achar o celular[bb], deletar todos os dados e trazer tudo de volta para um novo aparelho.

Portal MotoBLUR

O maior trunfo da Motorola[bb] foi que o BLUR foca em ajudar o usuário: ao cadastrar sua contas de gmail, twitter, facebook e outros, o sistema busca todos os seus contatos, coloca na agenda do celular e faz o relacionamento entre eles, para os que tem o mesmo e-mail. Depois vc pode de forma centralizada atualizar seu status em todas ou algumas redes sociais, pode acompanhar em uma única caixa de mensagens universal todos recados dirigidos a você – seja sms, email, facebook, twitter, etc.

Já o Magic da HTC[bb] se destaca pelo aparelho mais leve e fino, além da tela extremamente agradável de utilizar. Tem um toque mais regulado que o concorrente e que o iPhone, além do vidro ser antigordura. Ele tem sete telas totalmente customizáveis (contra cinco do Dext) e a interface traz o HTC Sense que torna a aparência mais bonita e traz diversos widgets.

No entanto o Sense me deu mais trabalho, pois o relacionamento entre os contatos de cada rede social tem que ser feito manualmente. Mas, uma vez realizado o relacionamento, o Sense consegue facilitar a visão do status de cada contato em todas suas redes sociais[bb]. O que possibilita até que antes de ligar, você veja o último twitt da pessoa e descubra o que ela está fazendo, por exemplo. Ainda da tela de um contato, você pode ligar, mandar sms, twittar para o contato, escrever na parede do facebook[bb], etc.

A bateria de ambos deixa a desejar em relação a do iPhone[bb], mas duram praticamente um dia de uso muito intensivo. Tirando este aspecto, não tenho nenhuma vontade de retornar ao iPhone. As coisas se tornaram mais simples e práticas no Android. Sem necessidade de sair de uma aplicação para entrar em outra (podem rodar aplicativos em background), sendo possível fazer várias atividades em redes sociais de uma só vez e tendo tudo de um contato consolidado! Recomendo…

O Dext estará na Claro a partir do dia 20. O Magic será encontrado em breve na TIM e na Claro.

Post baseado em empréstimo

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