Viu a Realidade Aumentada na Trip

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Li no excelente blog do Michel Lent da Ogilvy – o ViuIsso? – que a Trip deste mês está trazendo junto com a Colméia uma experiência de realidade aumentada para seus leitos. A realidade aumentada consiste em utilizar algum dispositivo para ver um conteúdo além do que está em uma revista, jornal, outdoor…

No caso, basta acessar o site da Trip e posicionar uma determinada página da revista na frente da sua webcam para ver uma imagem interativa da Trip Girl (recomendo), conforme demonstra o vídeo abaixo. PS: fiquei ainda mais feliz quando vi que democraticamente o site permite imprimir a página para aqueles que ainda não compraram a revista ter a mesma experiência.

Acho ações interativas de Realidade Aumentada algo por natureza muito legais! Sendo em uma revista como a Trip e com a lindíssima modelo Barbara Nogueira, ainda melhor!!! Aumentem mesmo esta realidade, que nós agradecemos…

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Estudo prova retorno financeiro em ações de mídia social

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Foi publicado um relatório que aponta como as marcas estão utilizando mundialmente as mídias sociais para criar engajamento com seus públicos-alvo. O relatório do Altimeter Group e Webpaint traz uma avaliação sobre o número de canais utilizados e o grau de envolvimento dos clientes.

As empresas top não foram novidade, trazendo aquelas com mais cases interessantes em destaque:

1. Starbucks (127)
2. Dell (123)
3. eBay (115)
4. Google (105)
5. Microsoft (103)
6. Thomson Reuters (101)
7. Nike (100)
8. Amazon (88)
9. SAP (86)
10. Tie – Yahoo!/Intel (85)

O ponto mais interessante da pesquisa mostra que as ações em mídias sociais têm uma relação direta com a maior performance financeira das empresas. Das empresas avaliadas pela metodologia do estudo, as que tem uma maior atividade em redes sociais obtiveram um aumento médio de 18% nas vendas nos últimos 12 meses, enquanto as empresas menos envolvidas cairam em torno de 6% no mesmo período.

Estas empresas utilizam uma grande gama de canais para cuidar do relacionamento com seus usuários, principalmente blogs, Facebook, Twitter, wikis e foruns de discussão. O material bem completo explica em 20 páginas a metodologia, traz o ranking e ainda apresenta as melhores práticas de Dell, Starbucks, SAP e Toyota.

O material foi disponibilizado em um website bem interativo que permite fazer o download do material e até realizar um teste online para avaliar as ações da sua própria empresa. Portanto, não fique parado; comece já a planejar as primeiras iniciativas em mídias sociais para também alavancar o retorno financeiro de sua empresa ou de seu cliente. Comece pelo mais simples: faça publicidade em mídias sociais, de forma simples através da boo-box!

Aguardo seu contato! Vamos conversar sobre ações…

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O fim de mais uma era

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Dando continuidade a série de produtos tradicionais que são engolidos pela tecnologia (vide o fim do VHS), chegou a vez do cultuada filme fotográfico Kodachrome deixar de ser fabricado e revelado.

Kodachrome

Foram 74 longos anos deste filme que eternizou imagens memoráveis no século XX, como muitas capas da National Geographic[bb]. Foi o Kodachrome que popularizou as fotos coloridas, com precisão e sutileza na variação de cores. Não se pode dizer que foi uma surpresa, já que a fotografia digital[bb] se popularizou tanto nos últimos anos, ganhando precisão nas imagens, qualidade de reprodução, agilidade e economia no processo de revelação – enquanto as câmeras digitais[bb] e celulares permitem selecionar antes apenas o que se quer revelar e fazê-lo em poucos minutos, um rolo de Kodachrome tinha que ser enviado aos Estados Unidos para se ver como ficaram as fotos apenas após 14 dias depois. Cada vêz mais, a experiência de fotografar é diferente; está migrando do artezanal de colocar o filme na máquina para o automático de nem ter máquina. Saca-se o celular de 8MP[bb] no bolso e faz a foto. Isso é positivo pois coloca a arte da fotografia no dia-a-dia, a todo momento, na mão de todos…

A fotografia está morta! Vida longa à fotografia…

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O próximo passo natural do Google

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E não deu outra! Quando o Google lançou o navegador Chrome, antecipei aqui que este seria o primeiro passo rumo a atuar realmente como sistema operacional (SO) de máquinas. Isso por que o Chrome já vem nitidamente com a preocupação de atender bem a aplicações corporativas pela web – independente do sistema onde ele esteja sendo rodado.

Pouco depois veio o primeiro SO da Google: o Android – sistema operacional open source para celulares. Como bom curioso cheguei inclusive a instala-lo em um netbook Acer Aspire One[bb]. Foi uma experiência interessante e até simples, mas como a interface era focada em celulares[bb], não ficava prático o uso e ele perdeu de longe para o Windows 7 – que por sinal tem uma bela interface e uma performance bastante leve.

Windows 7

Windows 7

O Windows 7 visa trazer a experiência do Windows Vista com leveza para rodar até em Netbooks[bb] (computadores portáteis, com capacidade reduzida, para acesso a Internet). Está no caminho certo, mas ainda peca por excessos gráficos (que o tornam mais pesado) e por um tempo muito longo de startup para pré-carregar muitas funções que na maioria das vezes nem são usadas.

Já o sistema operacional Google Chrome basear-se-á no mesmo princípio do navegador: deve ser extremamente leve e com uma interface bastante simples. O principio é não trazer muito recursos internos ao sistema operacional[bb], já que a tendência vislumbrada pelo Google é que cada vez mais os sistemas sejam web based – onde o processamento se dá em servidores do outro lado da rede. Este sistema será baseado no open source do Linux[bb].

Google Chrome

Google Chrome

Com o desafio de ser “an attempt to re-think what operating systems should be”, o Chrome OS deve ter versões disponíveis até o fim do ano. E especula-se que importantes fabricantes como Dell, Lenovo e Acer devem lançar netbooks com o sistema pré-instalado no segundo semestre do próximo ano. Mas, acima de tudo é mais um desafio a Microsoft – não só por que substituiria o Windows, mas principalmente por desafiar o conceito de ter os aplicativos instalados no computador; é um convite a fazer tudo pela Internet e não mais comprar programas desktop como o Office[bb].

Veja o post do Google sobre o lançamento

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Mais um ponto para o UOL!

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Este ano, o Portal UOL já fez dois gols de letra, na minha humilde opinião…

O primeiro foi no inicio do ano, quando reeditou sua tabela de preços, retirando as exageradas gorduras (que geravam mais de 70% de desconto para todos os clientes). A partir daquele momento, foi o primeiro veículo a ter a tabela refletindo o preço real e poupando o trabalho do mídia de ficar negociando para descobrir o preço real – embora eu ache que exageraram na redução de preços (prostitui um pouco o mercado), mas a transparência foi de um mérito louvável.

Apresentação sobre Internet

A segunda e recente jogada que merece destaque foi um publicação (no sentido mais fiel de tornar público) de uma apresentação sobre o mercado de Internet no Brasil, reunindo muitos dados interessante para defesa de investimentos no canal.

É possível inclusive fazer download em formato PPT para reaproveitar os slides na sua própria apresentação – ótimo exemplo de democratização das informações em prol do crescimento do mercado, sem egoísmos ou egos. O site traz ainda a possibilidade de consulta online, envio para amigos, recomendação de formatos e um Blog com comentários.

Parabéns para o UOL!!! O mercado precisa de mais iniciativas assim…

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