Murdoch bloqueará conteúdo da News Corp. no Google

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Rupert Murdoch, presidente da News Corporation que inclui grandes grupos de mídia como a Fox, pretende bloquear o conteúdo de seus jornais, entre eles o Wall Street Journal[bb] e o The Sun, dos resultados de buscas do Google. Com isso, o magnata tentará fazer os internautas pagarem pelo conteúdo informativo publicado na internet.

Além do buscador propriamente, Murdoch há meses está brigando com o Google, por causa do iGoogle que consolida as notícias em uma página única para o usuário – o que significa que os usuários podem ler todas as notícias de Murdoch e seus concorrentes, sem precisar visitar os respectivos sites e, portanto, sem visualizar nenhuma publicidade destes. O empresário já chamou a gigante de buscas de “cleptomaníaca” e “parasita”.

“Já fazemos isso com o Wall Street Journal. Temos uma barreira, mas não é total. Você pode, eventualmente, conseguir ler o primeiro parágrafo de uma notícia, mas se não é um assinante registrado e pagante, lerá apenas o primeiro parágrafo e verá um formulário para fazer sua assinatura[bb]“, afirmou Murdoch.

A empresa adotou uma estratégia para cobrar pelo acesso aos seus jornais online[bb]. Em agosto, o magnata disse que pode criar um consórcio para regular a cobrança por notícias veiculadas na internet. E vindo de Murdoch, qualquer ação deve ser levada a sério, pois o empresário costuma ser líder de tendências e tem força suficiente para isso.

Cases de sucesso do empresário no uso da Internet em seus negócios, incluem desde redes de conteúdos, jornais que abandonaram o formato físico e até programas como Os Simpsons[bb] cuja publicidade na Internet supera o valor da publicidade na rede Fox de TV.

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Fred Pacheco em números

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Achei ótima esta brincadeira que o Caboré está fazendo no seu site.

Fred em números

Basta entrar no site do prêmio e colocar sua área e tempo de carreira. Aproveite para votar na Fatima Rendeiro como profissional de mídia.

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Celulares com Android chegam ao Brasil

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O Brasil só receberá os seus primeiros celulares com a palaforma Android do Google[bb] nos próximos dias, praticamente um ano após o primeiro modelo chegar aos EUA. Mas, o lado bom desta espera é que já estamos recebendo a segunda e melhorada geração de aparelhos e software.

Há algumas semanas, estou esperimentando a convite dos respectivos fabricantes o Motorola Dext e o HTC Magic. Ambos desta nova geração, equipados com o Android Cupcake e customizados para melhor experiência com redes sociais. E todos sabem que eu era antes usuário do iPhone, o que complementa a análise.

Celulares Motorola

Para começar, a experiência com ambos é muito agradável. Surpreendentemente, eles parecem ainda mais simples de usar do que o iPhone. São muito gráficos, com touchscreen, interfaces bonitas e customizáveis. Além de contarem com acesso ao Market Place – repositório de programas para download para o Android, com grande variedade de jogos e aplicativos.

As principais vantagens do Motorola Dext são o teclado qwert deslizante e principalmente a arquitetura do MOTOBLUR que combina uma estrutura de servidores que sincronizam os dados, fazem backup de tudo, integram as redes sociais e usam uma compactação para acelerar o acesso aos dados e reduzir o consumo de banda. Oferece um portal pela web, onde é possível administrar tudo, inclusive achar o celular[bb], deletar todos os dados e trazer tudo de volta para um novo aparelho.

Portal MotoBLUR

O maior trunfo da Motorola[bb] foi que o BLUR foca em ajudar o usuário: ao cadastrar sua contas de gmail, twitter, facebook e outros, o sistema busca todos os seus contatos, coloca na agenda do celular e faz o relacionamento entre eles, para os que tem o mesmo e-mail. Depois vc pode de forma centralizada atualizar seu status em todas ou algumas redes sociais, pode acompanhar em uma única caixa de mensagens universal todos recados dirigidos a você – seja sms, email, facebook, twitter, etc.

Já o Magic da HTC[bb] se destaca pelo aparelho mais leve e fino, além da tela extremamente agradável de utilizar. Tem um toque mais regulado que o concorrente e que o iPhone, além do vidro ser antigordura. Ele tem sete telas totalmente customizáveis (contra cinco do Dext) e a interface traz o HTC Sense que torna a aparência mais bonita e traz diversos widgets.

No entanto o Sense me deu mais trabalho, pois o relacionamento entre os contatos de cada rede social tem que ser feito manualmente. Mas, uma vez realizado o relacionamento, o Sense consegue facilitar a visão do status de cada contato em todas suas redes sociais[bb]. O que possibilita até que antes de ligar, você veja o último twitt da pessoa e descubra o que ela está fazendo, por exemplo. Ainda da tela de um contato, você pode ligar, mandar sms, twittar para o contato, escrever na parede do facebook[bb], etc.

A bateria de ambos deixa a desejar em relação a do iPhone[bb], mas duram praticamente um dia de uso muito intensivo. Tirando este aspecto, não tenho nenhuma vontade de retornar ao iPhone. As coisas se tornaram mais simples e práticas no Android. Sem necessidade de sair de uma aplicação para entrar em outra (podem rodar aplicativos em background), sendo possível fazer várias atividades em redes sociais de uma só vez e tendo tudo de um contato consolidado! Recomendo…

O Dext estará na Claro a partir do dia 20. O Magic será encontrado em breve na TIM e na Claro.

Post baseado em empréstimo

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Mídia online é novamente a que mais cresce

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O Inter-Meios realizou em setembro deste ano,  um levantamento sobre a publicidade na internet. Segundo dados do relatório, os investimentos em anúncios online no Brasil cresceram 22,8% no primeiro semestre.

O estudo também apontou que a web foi o canal midiático que apresentou maior crescimento em faturamento publicitário neste ano e que os números positivos são resultado do aumento de internautas brasileiros e da popularização da rede entre as classes C e D.

De acordo com dados do Ibope, o número de brasileiros navegando pela web chegou a  64,8 milhões em junho, registrando 4% a mais do que o mesmo período do ano passado.

fonte: AdNews

Blogueiros precisam declarar apoio de anunciantes

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Federal Trade Commission, entidade que exerce nos Estados Unidos uma função parecida a do CADE no Brasil, decidiu que os blogueiros, a partir de agora, precisam declarar quando possuírem qualquer conexão material (leia-se, por exemplo, pagamento de dinheiro ou doação de produtos) com qualquer anunciante. A FTC fez alterações na regulamentação de endossamento, que datava de 1980.
A mudança afeta as relações na internet entre marcas e os chamados endosers, pessoas (geralmente celebridades) que descrevem ou fazem críticas a produtos e serviços de determinado anunciante.
Caso a pessoa não informe o apoio da marca, ela poderá ser acusada de falso testemunho e pagar multa de US$ 11 mil. As medidas têm efeito a partir de 1º de dezembro. A Federal Trade Commission não informou como pretende comunicar as pessoas da punição e disse que a decisão ocorrerá caso a caso, muito embora algumas regras sejam bem claras. Por exemplo, se uma pessoa que recebeu dinheiro ou qualquer outro tipo de pagamento postar uma crítica de um produto, isso já será considerado um “endossamento”, e se não houver menção, a punição ocorrerá.
Para evitar dúvidas, o FTC apresentou cenários, como o de um estudante que mantém um blog sobre suas experiências com jogos. “Se o estudante receber um console de um fabricante e fizer uma análise o blog deverá deixar claro Aque recebeu o videogame sem custos”.

A Federal Trade Commission, decidiu que os blogueiros americanos, a partir de agora, precisam declarar quando possuírem qualquer conexão material (leia-se, por exemplo, pagamento de dinheiro ou doação de produtos) com qualquer anunciante. A FTC fez alterações na regulamentação de endossamento, que datava de 1980.

A mudança afeta as relações na internet entre marcas e os chamados endosers, pessoas (geralmente celebridades) que descrevem ou fazem críticas a produtos e serviços de determinado anunciante. Caso a pessoa não informe o apoio da marca, ela poderá ser acusada de falso testemunho e pagar multa de US$ 11 mil. As medidas têm efeito a partir de 1º de dezembro. Por exemplo, se uma pessoa que recebeu dinheiro ou qualquer outro tipo de pagamento postar uma crítica de um produto, isso já será considerado um “endossamento”, e se não houver menção, a punição ocorrerá.

fonte: Meio & Mensagem

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Palestra no Vitamina UFF 2009

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Hoje tive um dos maiores prazeres da minha carreira. Fazer uma palestra sobre o consumidor nas redes sociais, na Universidade Federal Fluminense, onde me formei.

Foi um evento especialmente importante para mim, pois se deu no mesmo auditório onde assisti pela primeira vez uma palestra deste mercado em 1996. Hoje, treze anos depois, pude ocupar o lugar dos publicitário que naquela época influenciaram minha carreira.

Dividi a mesa com Paulo Castro e Sérgio Prazeres. O material está disponível acima e fico a disposição para interagir com todos. Esta é a segunda edição do evento Vitamina UFF, que reúne estudantes e profissionais para conversar sobre o mercado. O tema deste ano é o comportamento do consumidor.

Aproveito para elogiar a organização do evento – alunos e professores – pois fui tratado com muito mais atenção do que na maioria dos grandes eventos de empresas.