Criatividade em mídia é isso aí!

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O Grupo Four Midia criou um novo espaço para as marcas: a sacola biodegradável. Diante da proibição das sacolas plásticas, comuns no comércio varejista, a empresa transformou a restrição em uma oportunidade de mídia para que as empresas tenham um novo canal com seus consumidores.

A partir do dia 25 de janeiro os comerciantes e grandes redes de supermercados passarão a utilizar sacolas biodegradáveis e pretendem cobrar do consumidor o valor de custo da embalagem, que gira na faixa de R$ 0,19 a R$ 0,21 a unidade. Uma solução ecologicamente correta, porém lucrativa para o comerciante e sentida apenas no bolso do consumidor final.

Diante desta situação, o Grupo Four Midia desenvolveu uma sacola biodegradável que inicia o processo de decomposição a partir do 6º mês – as sacolas de plástico demoram 400 anos – e que atende a todos os certificados e normas técnicas de sustentabilidade para oferecer às empresas a impressão de suas marcas em troca do custo que seria cobrado dos consumidores.

O grupo já fechou duas ações com mais de 300 mil sacolas biodegradáveis que serão distribuídas em bairros da periferia de São Paulo na semana em que a proibição das sacolas plásticas entra em vigor.

“O consumidor está reclamando que terá que pagar pela sacola biodegradável e quando chegarem a um estabelecimento e souberem que determinada marca arcou com o custo, certamente o deixará contente e grato pela economia”, diz o diretor do Grupo Four Midia, Meyer Nigri.

As mídias foram projetadas em parceria com a empresa Eco Ventures do Brasil, que atua desenvolvendo e produzindo soluções para o mercado sustentável.

by adNews

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Boas e simples lições sobre vendas em 5 minutos



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Da lista de inovações mais interessantes do ano

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Twine é um aparelho que vem com sensores embutidos – termômetro e acelerômetro -, permitindo detectar mudanças de temperatura e vibrações em um ambiente e enviar mensagens via SMS, Twitter ou email.

Com o Twine, é possível monitorar quase tudo. Você pode configurá-lo para que ele envie um email quando alguém bater na porta da sua casa ou a máquina de lavar terminar de limpar as roupas. Devido à sua capacidade de detectar mudanças em um ambiente, o aparelhinho pode ser usado, por exemplo, para avisá-lo quando uma garagem começar a encher de água ou a umidade de um ambiente ficar muito baixa.

O que pesa a favor do Twine não é somente a sua utilidade, mas o seu preço e facilidade de uso – US$ 90 e você pode programá-lo em uma interface feita para quem não entende bulhufas de programação.

A internet nasceu para ser “device agnostic“. Cada vez mais, ela pode estar conectada a qualquer dispositivo – tvs, smartphones, tablets, carros, laptops, video-games, roupas, móveis, brinquedos ou até a um aparelhinho que lembra uma pedra de sabão.

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Redes sociais nas vendas do varejo

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De acordo com Nextag site de compras, na sexta-feira negra americana, principal data do varejo, 5% de todas as vendas ocorreu via Facebook. Shopping social oferece às empresas uma vantagem grande sobre websites e e-mail marketing: utiliza-se da “confiança e persuasão de um amigo”, disse Andrew Lipsman, vice-presidente de marketing da empresa de pesquisa comScore.

Empresas como o Groupon, permitem aos clientes enviar e-presentes para o mural do Facebook de um amigo. Lipsman chama isso de efeito viral no comércio social. Um certificado de presente enviados por e-mail é visto apenas pelo destinatário, ressalta. Em um mural do Facebook, por outro lado, pode ser visto por um círculo potencialmente vasto, de amigos.
Em um estudo de fãs no Facebook de Target, Wal-Mart e Best Buy, a comScore descobriu que os fãs do Facebook gastaram 40%-50% por cento mais nas lojas do que os não-fãs, e os amigos de fãs gastaram em média 20 por cento mais do que os não-fãs.
Enquanto Facebook foi o site social mais importante para os varejistas, alguns brincaram com outras plataformas. JC Penney utilizou o Foursquare em sua campanha, comprometendo-se a doar US $ 25 para o Exército da Salvação cada vez que alguém “check-in” para suas lojas de manhã sexta-feira. Target e AT&T usaram o Twitter para promover as vendas de suas férias.
Empresas como a varejista de roupas Anthropologie e Disney Store lançaram aplicativos iPad projetado para capturar clientes em potencial. “Nós vimos resposta muito boa em utilizar o iPad como um meio de compras”, disse Gainer. Entre Thanksgiving e na manhã de sexta-feira negra, dispositivos móveis acrescentaram cerca de 5 por cento  as vendas, principalmente iPads.

 

 

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Inicie as conversas (ou irá finalizá-las)

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A guy walks into a shop that sells ties. He’s opened the conversation by walking in.

Salesman says, “can I help you?”

The conversation is now closed. The prospect can politely say, “no thanks, just looking.”

Consider the alternative: “That’s a [insert adjective here] tie you’re wearing, sir. Where did you buy it?”

Conversation is now open. Attention has been paid, a rapport can be built. They can talk about ties. And good taste.

Or consider a patron at a fancy restaurant. He was served an old piece of fish, something hardly worth the place’s reputation. On the way out, he says to the chef,

“It must be hard to get great fish on Mondays. I’m afraid the filet I was served had turned.”

If the chef says, “I’m sorry you didn’t enjoy your meal…” then the conversation is over. The patron has been rebuffed, the feedback considered merely whining and a matter of personal perspective.

What if the chef said instead, “what kind of fish was it?” What if the chef invited the patron back into the kitchen to take a look at the process and was asked for feedback?

Open conversations generate loyalty, sales and most of all, learning… for both sides.

 

Do excelente blog do Seth Godin.

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